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Gente que aperta o botão desce e sobe do elevador ao mesmo
tempo – Por que meu deus, as pessoas fazem isso? A lógica diz que se você vai subir então aperte
o botão com a setinha para cima. É simples, não é preciso ser um Einstein para
entender esse mecanismo. Mas tem gente, aliás um exército com cada vez mais
adeptos, que faz questão de atrapalhar a sua vida. E fica lá apertando os dois
botões ao mesmo tempo. Aliás, fica apertando os dois botões ao mesmo tempo sem
parar como se com a repetição o elevador fosse chegar mais rápido. Mas
irritante que isso, somente quando você pega o elevador e o vizinho pestinha
apertou TODOS os andares, sendo que você mora no 21.
Zen Raivosa – Você deve conhecer pelo menos uma. É aquela
pessoa que vai todo ano para Índia morar num Ashram, onde faz voto de silêncio
e humildade. Acredito que o voto deve valer só do outro lado do planeta, pois
de volta ao seu habitat natural, a zen se transforma em raivosa. Em primeiro
lugar, a zen raivosa se acha mais evoluída que você e o resto da humanidade
(alguém aqui falou em voto de humildade?). Acabou de se tornar vegetariana e na hora do almoço na casa do amigo dispara:
“Não como nenhum tipo de bicho” ao invés de ficar caladinha e encher o prato de
arroz, feijão, farofa e salada, como manda todo bom manual de educação. E ainda
fica te olhando com aquele olhar de acusação enquanto você se atraca com uma
costela de carneiro. Meditação somente não adianta. Está precisando comprar uma
passagem para Índia, só de ida.
O Carente – Ela mal te vê e já dispara: “nossa, mas
você hein? Não me liga, não me chama pra sair, não me dá moral….” Vejamos:
somos mulheres por volta dos 40 anos, profissionais, com família, contas para pagar, problemas para resolver, compromissos. A última coisa que você precisa é uma amiga
carente te acusando de desnaturada. Ninguém aguenta gente que manda a fatura do
quanto é boa amiga para ganhar em troca desprezo. Comigo a carente só consegue uma coisa: distância.
O super sincero – Eu adoro sinceridade e me considero
bastante verdadeira. Agora sinceridade é diferente de crueldade e falta de educação.
Não é porque a sicrana engordou 30 kg que você
vai falar na cara dela: “Nossa, como você está gorda!”. Nesse caso vale a máxima: se não
pode elogiar, fica calado. Para mim gente que faz isso só tem uma intenção:
machucar o outro.
O Sabe Tudo – Típico clássico de competidor compulsivo.. Você
não pode contar que conheceu uma praia super descolada na Bahia, que o sujeito
te interrompe para dizer que conhece uma muito melhor. Antes de abrir um vinho,
faz aquela palestra sobre o rótulo, tipo de uva, taninos e o terroir. E ai sacode a taça, cheira o líquido e
degusta, porque o sabe tudo não bebe, degusta o vinho. E ainda me sai com essa:
“tem gosto de morangos mofados colhidos no pé do Mont Blanc”. Então tá. Passa logo esse vinho que eu quero é beber muito
para aguentar esse papo chato.
O deslumbrado – Primo-irmão do Sabe Tudo. Seu papo preferido
é falar de dinheiro e esfregar na sua cara o quanto é bem-sucedido, rico e
lindo. Adora Miami, onde tem uma mansão. De preferência parecida com aquela casa do O
Vento Levou. Aliás, uma pessoa que se refere a sua própria casa como mansão só
pode ser um sem noção. Anda por aí em um carro conversível pra chamar bastante
atenção. Vermelho, é claro. Também gosta de exibir beldades, sempre com um
terço da sua idade e muitos atributos físicos. Realmente, o dinheiro compra até
amor sincero.
A Monotemática – Essa pessoa tem apenas um assunto: magreza. A monotemática só sabe falar de academia, da nova massagem
modeladora, da dieta da rúcula, de lipoaspiração, do remédio milagroso, da
atriz da globo que emagreceu horrores depois do parto. Sua ídola é a Victoria
Beckham e o livro de cabeceira “Magra e Poderosa”. Se come um pão de queijo
fica falando dias sobre o deslize. Apesar de vestir 36, adora dizer que está
gorda, de preferência perto de alguém com sobrepeso. No restaurante, é a
desmancha prazeres que pede a saladinha enquanto você devora uma lasanha. Sabe de cor a quantidade de calorias de 10 mil alimentos e faz questão de te contar a bomba calórica que é aquela sobremesa irresistível. A
pessoa não percebe, mas além de magra está uma chata de galocha.