A Redação
Goiânia – O ministro Luiz Edson Fachin foi confirmado na manhã desta quinta-feira (2/2), após sorteio, como o novo relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro vai assumir as funções que eram de Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo no dia 19 de janeiro deste ano.
Indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff, Fachin também será responsável pelo processos do Petrolão que envolvem políticos com foro privilegiado.
Pouco antes de ser definido para a nova função, Fachin foi transferido da primeira para a segunda turma do STF, o que permitiu entrar no sorteio.
Participaram do sorteio somente os integrantes da Segunda Turma, composta ainda pelos ministros Celso de Mello, Dias Toffolli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O colegiado é onde são julgados todos os pedidos e processos relacionados à Lava Jato no Supremo, com exceção daqueles que envolvem o presidente de algum poder, que são apreciados pelo plenário.
Ficará a cargo de Fachin a decisão sobre sigilo dos depoimentos colhidos nas delações da Operação Lava Jato, como no caso dos 77 executivos e ex-funcionários da Odebrecht, que teve acordo homologado pela presidente do STF, Cármen Lúcia na última segunda-feira (30/1).