Adriana Marinelli
Goiânia – Diante da falta de negociações e de novas propostas, os bancárias de Goiás e de todo o Brasil permanecem em grave. A paralisação, que já chega ao 14° dia, tem ganhado força.
Mais adesões
Segundo o Sindicato dos Bancários do Estado de Goiás, funcionários de agências bancárias da rede privada instaladas nos setores Negrão de Lima e Fama que estavam mantendo as atividades também cruzaram os braços nesta quarta-feira (2/10).
Agências dos setores Central, Vila Nova, Universitário, Jardim Novo Mundo, Jardim Guanabara e Santa Genoveva continuam com o movimento grevista que, também segundo o sindicato, "não tem dia para terminar."
Em Pirenópolis (GO), equipes do sindicato promoveram mobilizações intensas e as agências do Itaú, Bradesco e Banco do Brasil da cidade fecharam suas portas. Agências também seguem paralisadas em Luziânia (GO) e Formosa(GO).
Na Caixa Econômica Federal, a greve mantém 100% das agências paralisadas na capital e em toda Região Metropolitana. Na terça-feira (1/10), das 150 agências e postos de atendimento em todo o Estado, apenas onze unidades de pequeno porte funcionaram no interior.
"O Sindicato continua mobilizando fortemente a categoria bancária e a greve seguirá forte até que os bancos reabram as negociações e atendam as justas reivindicações dos seus empregados”, afirma o presidente do Sindicato dos Bancários no Estado de Goiás, Sergio Luiz da Costa.
Transtorno e revolta
Os 14 dias sem atendimento nas agências bancárias resultaram em transtornos e prejuízos aos clientes, que estão usando as redes sociais para se manifestarem. Pessoas que não concordam com o movimento também expressaram sua opinião comentando matérias já publicadas no jornal A Redação:
E a categoria se defende: