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Modinha

20.10.2016 - 16:56:04
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Othaniel Alcântara

Goiânia – Ainda hoje, no Século XXI, existem muitas dúvidas em relação à nacionalidade da “modinha”: portuguesa ou brasileira? Da mesma forma, há incertezas quanto à procedência desse gênero musical, se Erudito ou Popular. Certo é que esse tipo de canção camerística secular, composta para uma ou mais vozes, que apresenta texto poético e acompanhamento instrumental elementar, esteve em evidência, tanto em Portugal quanto no Brasil, a partir da segunda metade do século XVIII. 

 
Infelizmente, muito pouco foi escrito sobre a vida musical brasileira nos primeiros séculos de colonização dessa nação. O quadro piora quando se fala em música profana ou música popular. Em consequência disso, as pesquisas sobre esse gênero musical são, normalmente, baseadas em documentos literários, cartas e relatos de viajantes estrangeiros (cientistas, militares etc.) em missão no Brasil. 
 
Mesmo diante desse quadro, sabemos que o campo musical brasileiro foi formado a partir de múltiplas manifestações culturais e de suas diversas influências. Podem-se mencionar, a título de exemplo, a música sacra (escrita) trazida pelos jesuítas ou, ainda, os batuques (dança e música) dos negros escravizados e seus ritmos sincopados que teriam, ao longo dos anos, se misturado às danças populares dos brancos portugueses e até dos espanhóis. Retomando as ocorrências do século XVIII, há pesquisadores, como José Ramos Tinhorão, que defendem a tese de que os principais produtos populares desse amálgama seriam o “lundu” e a “modinha”. Deve-se salientar que é quase impossível falar de um sem falar do outro. Entretanto, esse texto dará prioridade ao segundo.
 
Ouça o áudio da modinha “Uma Mulata Bonita”, provavelmente da segunda metade do século XVIII, faixa 04 do CD “Modinhas”, produzido pelo cravista Rodrigo Teodoro, em 2005.
 

 
 
A “moda” portuguesa
Apresentando uma opinião diferente em relação à nacionalidade da modinha, pesquisadores como Mário de Andrade (1893-1945) sugerem que esse gênero musical, ao contrário do “lundu”, seria de origem portuguesa. Para esse musicólogo, o termo “modinha” estaria relacionado à “moda”, uma palavra genérica lusitana utilizada para se referir a qualquer tipo de canção leve e sentimental da primeira metade do século XVIII, cantada em português, como a cantiga, romance ou ária. Ainda segundo esse autor, a modinha pode ser considerada como uma prática musical de ascendência erudita, ou pelo menos pertencente à semicultura burguesa. 
 
Melhor contextualizando, o cultivo de canções urbanas herdadas do trovadorismo, como a canzonetta italiana ou o lied alemão, tornou-se um aspecto marcante em vários países europeus do período conhecido como “Século das Luzes”. Isso, certamente, se deu como consequência do surgimento de um novo tipo de público consumidor, formado basicamente pela classe média. Tal classe, então em ascensão, passou a ter acesso aos tipos de produção cultural associada, anteriormente, apenas à classe aristocrática.
 
Data também desta época, o fortalecimento da figura do músico amador. Nesse cenário, tornou-se comum, na Europa iluminista, a prática musical urbana doméstica ou de salão. Assim, houve uma profusão de obras eruditas de fácil execução técnica para formações instrumentais ou vocais. Em suma, parafraseando Paulo Castagna (UNESP), essa inovação apresentou-se como um entretenimento mais leve e menos erudito do que aquele proporcionado pela ópera e pela música religiosa.
 
 
Da “moda” à “modinha”
Segundo a teoria apresentada neste texto, ainda na primeira metade do século XVIII, a moda portuguesa teria sido levada à colônia portuguesa da América, durante o “Ciclo do Ouro”. A Bahia teria sido seu primeiro reduto. Mais tarde, seria levada para outros centros como São Paulo e Rio de Janeiro, Capital do Brasil entre 1763 e 1960. Curiosamente, apesar de sua (teórica) gênese erudita, ao entrar em contato com os elementos da nossa cultura musical, a moda assumiria feições mais populares e profanas: ganharia uma estrutura de versos mais curta e um caráter bastante intimista. Para Mário de Andrade, talvez sejam os motivos que levaram esse tipo de canção portuguesa a ganhar o termo qualificativo “modinha” que depois, com o passar do tempo, se tornaria um gênero musical independente.
 
No Brasil setecentista, um nome destaca-se como o maior divulgador da “modinha” (e também do “lundu”). Trata-se do mulato, filho de pai branco e mãe negra, Domingos Caldas Barbosa (c.1740-1800), um clérigo secular formado nas sete artes liberais da rígida educação clássica do Colégio dos Jesuítas do Rio de Janeiro, sua terra natal. Esse “trovador”, além de poeta e cantor, era tocador de viola de arame, um instrumento de cinco cordas duplas de aço, trazido para a Colônia pelas mãos dos portugueses. A mencionada viola de arame, posteriormente, transformou-se na viola caipira.
 
 
Qual a diferença entre “modinha” e “lundu”?
Costuma-se dizer que em terras brasileiras a “moda” portuguesa incorporou alguns elementos da música introduzida no Brasil pelos escravos, o “lundu”. Um gênero inicialmente conhecido como dança e que, algum tempo depois, ao receber letra, deu origem ao lundu-canção. Para muitos estudiosos do assunto, os dois gêneros, em alguns momentos, até se confundem. 
 
Mesmo assim, com maior frequência, o “lundu” é considerado um gênero mais sensual, satírico, por vezes até crítico em relação à sociedade da época, além de possuir melodia e acompanhamento mais sincopados. Nesse caso, o “lundu” é considerado, musicalmente, mais próximo dos batuques dos negros. Por sua vez, a modinha, que também se caracteriza pelo ritmo sincopado, é vista como uma canção mais lírica, poética e sentimental. 
 
Nos dois casos, não podemos afirmar a existência de um esquema formal pré-determinado ou a predominância de algum modo ou, ainda, a utilização de uma única fórmula de compasso. Da mesma forma, não há uma quantidade definida de estrofes, se com ou sem estribilho. Enfim, trata-se de um gênero bem livre.
 
A “modinha” brasileira em Portugal
Historicamente, a “moda” recebeu importante contribuição do brasileiro Domingos Caldas Barbosa. De acordo com Tinhorão, o jovem filho de um funcionário da Coroa Portuguesa seguiu para o Velho Continente com o objetivo de estudar Direito na Universidade de Coimbra. Contudo, em 1764, devido à morte de seu pai, passou a viver errante e a depender do talento poético que já cultivava no Brasil. Nessas andanças, acabou conhecendo e construindo uma sólida amizade com dois nobres portugueses, os irmãos José e Luís de Vasconcelos e Souza. Foi por meio do incentivo dos novos benfeitores, que Caldas Barbosa iniciou sua carreira como animador de salão em Portugal, improvisando versos, com o acompanhamento musical de sua inseparável viola de arame.
 
Em Lisboa, sob a proteção dos irmãos do vice-rei do Brasil, Caldas Barbosa apresentou à corte de D. José I um gênero particular de “moda”, produzido na Colônia, que, posteriormente, ficou conhecido como “modinha brasileira”. Como já mencionado, “a modinha brasileira” trata-se de uma fusão da canção portuguesa, àquela época influenciada pelo estilo italiano, com elementos musicais próprios da cultura popular brasileira vigente (seguindo a direção indicada por Mário de Andrade). Tal apresentação, certamente, ocorreu antes de 1775, ano em que esse monarca sofreria o derrame que o afastaria do trono e que o levaria à morte, dois anos depois.
 
Uma das características marcantes nas cantigas apresentadas por Caldas Barbosa em Portugal e que, inclusive, dividiu as opiniões da crítica lisboeta diz respeito às suas letras. Um de seus censuradores, o escritor português Antônio Ribeiro dos Santos, registrou seu descontentamento em uma carta endereçada a um amigo, logo após assistir a um sarau com obras do brasileiro. Esse documento revela que as letras das “modinhas” tupiniquins tratavam de assuntos amorosos com muita ousadia. Abaixo um trecho dessa carta transcrita do livro “Modinhas Imperiais” de Mário de Andrade:
 
                                                                           Mas não direi tudo quanto vi; direi somente que cantavam  mancebos e donzelas  cantigas de amor tão descompostas, que corei de pejo como se me achasse de repente em bordéis, 
ou com mulheres de má fazenda. 
 
Incontestavelmente, Domingos Caldas Barbosa tornou-se muito popular na corte de D. José I e D. Maria I, por sua atuação como poeta e músico (cantor e tocador de viola). Tempos depois, receberia ordens comuns como clérigo secular e sua inscrição na versão lusitana da Arcádia de Roma, onde adotaria o nome de Lereno Selinuntino.
 
Até o final do século XVIII, a “modinha” – ao lado do “lundu” – já desfrutava de imensa popularidade em todas as camadas da população lusitana. Era utilizada, até mesmo, como “entremez” (canção intermediária em óperas populares), em teatros. Mas, de maneira geral, a vida musical de Lisboa apresentava, de acordo com Mozart de Araújo, o seguinte quadro naquela época: o domínio da “fofa” nas ruas, da ópera italiana nos teatros e a moda e a modinha nos salões aristocráticos. 
 
Segundo Bruno Kiefer, o sucesso de Domingos Caldas Barbosa incitou numerosos autores eruditos portugueses a comporem esse gênero brasileiro. Muitos desses compositores fizeram arranjos melódicos para os textos do poeta brasileiro. Esse é o caso de Marcos Antônio Portugal (1762-1830), músico da corte portuguesa que, depois, se colocou a serviço de D. João VI, a partir de 1811, no Rio de Janeiro.
 
Tais obras foram concebidas, num primeiro momento e, na maioria das vezes, para duetos com acompanhamento de viola dedilhada ou cravo como base de baixo cifrado. Em casos raros, foram utilizados também outros instrumentos como violino, bandolins etc. Ulteriormente, no final do século XVIII até meados do século seguinte, houve o predomínio de outro tipo de “modinha”, mais próxima da alta burguesia, escrita para uma voz que teria, então, o acompanhamento do piano. 
 
Outra prova do sucesso da “modinha” em terras portuguesas, naquela época, foi o surgimento de periódicos dedicados à prática de canção doméstica como o “Jornal de Modinhas”, publicado em Lisboa, entre 1792 e 1796. É indispensável aludir, ainda, às coleções dedicadas a particulares como “Modinhas do Brasil”, cujo manuscrito faz parte do acervo da Biblioteca da Ajuda, também em Lisboa.
 
Este documento, contendo trinta peças anônimas, foi compilado no final do século XVIII. Ele é considerado o mais importante registro da história do gênero e foi analisado, recentemente, por Edilson Vicente de Lima. É importante ressaltar que, de acordo com o pesquisador, pelo menos duas letras das trinta obras da referida coleção têm a caligrafia do brasileiro Domingos Caldas Barbosa. Todo o resultado desse estudo encontra-se disponível em seu livro (+ CD) “As Modinhas do Brasil”, publicado pela Edusp, em 2001. Abaixo, um vídeo com uma das obras constantes da coleção “Modinhas do Brazil”: “É delícia ter amor”.
 
 
 
 
Logo, é prudente mencionar no presente texto, alguns poucos detalhes dessa análise. As trinta peças da coleção apresentam motivos curtos e, na maioria das vezes, sincopados. Há nelas uma variedade de esquemas formais, com a predominância da Forma Binária. Também, pode-se observar nessas composições, uma diversidade de fórmulas de compasso, embora a grande maioria (vinte e três) revele uma escrita em compasso binário. É perceptível, ainda, um equilíbrio nas escolhas das tonalidades maior/menor. Além disso, enquanto algumas modinhas trazem acompanhamento claramente escrito para violão ou viola de arame, outras possuem um baixo contínuo, mais adequado ao cravo.
 
Particularmente, no que se refere às publicações de obras (apenas letras) de Domingos Caldas Barbosa, de acordo com biógrafo José Ramos Tinhorão, foram encontradas, até o início do século XXI, além de alguns textos avulsos, duas coleções de letras de cantigas do poeta compositor brasileiro. A figura abaixo, única imagem conhecida desse artista, pode ser encontrada na primeira edição da coletânea “Viola de Lereno”, publicada em Lisboa, no ano de 1798.
 

 
Na próxima coluna, o auge da erudição da “modinha”, em Portugal; sua maior proximidade do estilo operístico italiano; seu retorno ao Brasil, com a comitiva de D. João VI, em 1808, e seu processo de popularização durante o século XIX. E, finalmente, o papel desse gênero na vida musical da antiga capital de Goiás.
 
 
Obras pesquisadas:
ALFERES, Sidnei. A “Colleção de Modinhas de Bom Gosto” de João Francisco Leal (1830): um estudo interpretativo por meio de sua contextualização histórico-estético-musical. Dissertação (Mestrado). 2008. Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP.
 
ALMEIDA, Adriana Xavier de. Modinhas no Brasil Imperial: ornamentação sob a influência dos castrati. Dissertação (Mestrado). 2014. Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP.
 
ANDRADE, Mário de. Modinhas Imperiais. Belo Horizonte: Itatiaia, 1980 [1930].
 
ARAUJO, Mozart de. A modinha e o lundu no século XVIII. São Paulo: Ricordi Brasileira, 1963.
 
CASTAGNA, Paulo. A modinha e o lundu nos séculos XVIII e XIX. São Paulo. (Apostila).
 
FRANCISCHINI, Alexandre. Modinha: as primeiras confluências entre o erudito e o popular na música brasileira. In: I Simpósio Brasileiro de Pós-Graduação em Música da UNIRIO. 1. 2010. Rio de Janeiro. Anais.
 
KIEFER, Bruno. A modinha e o lundu: duas raízes da música popular brasileira. Porto Alegre: Ed. Movimento, 1977.
 
LIMA, Edilson de. As modinhas no Brasil. São Paulo: Edusp, 2001.
 
LIMA, Edilson de. A modinha e o lundu: dois clássicos nos trópicos. Tese (Doutorado em Musicologia). 2010. USP, São Paulo.
 
MARTINS, Eric Aversari. A viola caipira, a modinha e o lundu. Dissertação (Mestrado). 2005. USP, São Paulo.
 
MONTEIRO, José Fernando Saroba. Modinha: entre o erudito e o popular. Lisboa. (Apostila).
 
MORAES, Jonas Rodrigues de. Batuque, modinha e a emersão do baião no nordeste brasileiro. In: XXVII Simpósio Nacional de História. 2013. Natal.
 
TABORDA, Márcia. A viola e a música de Domingos Caldas Barbosa: uma investigação bibliográfica. In: XVI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM). 2006. Brasília.
 
TINHORÃO, José R. Domingos Caldas Barbosa: o poeta da viola, da modinha e do lundu. São Paulo: Ed. 34, 2004.
 
TINHORÃO, José R. História social da música popular brasileira. São Paulo. Ed. 34, 1998.
 
TINHORÃO, José R. Pequena História da música popular brasileira. São Paulo: Art Editora, 1991 [1974].
 
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por Othaniel Alcântara

*Othaniel Alcântara é professor de Música da Universidade Federal de Goiás (UFG) e pesquisador integrado ao CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical), vinculado à Universidade Nova de Lisboa. othaniel.alcantara@gmail.com

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