Augusto Diniz
Goiânia – Durante a solenidade de sancionamento dos programas Bolsa Estudo e Dignidade Menstrual pelo governador Ronaldo Caiado (DEM), na noite desta terça-feira (16/11) no Palácio das Esmeraldas, o presidente da Assembleia Legislativa, Lissauer Vieira (PSB) afirmou que os ajustes fiscais adotados para controlar os gastos do governo possibilitaram a criação de um projeto como o Bolsa Estudo.
"São projetos que têm um custo elevado. Foi dito pelo governador, tivemos alguns ajustes que foram feitos ao longo destes dois anos e dez meses de governo, com a participação efetiva da Assembleia Legislativa, ajudando o Estado a renegociar as suas dívidas. Por isso hoje nós temos condições de fazer programas sociais como o Bolsa Estudo, que vai levar levar um auxílio de R$ 100."
Lissauer destacou que o custo do Bolsa Estudo no mês de dezembro será de R$ 21 milhões. E de R$ 233 milhões em 2022. Para 2023, o investimento no Bolsa Estudo está estimado em R$ 248 milhões. "Lembrando que esse recurso só não será pago aos alunos nos meses que são de férias escolares. Em todos os outros meses, os alunos terão direito a esse recurso, desde que tenham comprovado a frequência e cumpram as regras do projeto ", observou.
"São projetos extremamente importantes no que tange à questão social no nosso Estado de Goiás. São projetos que inibem a evasão escolar, principalmente neste momento de retorno da pandemia em que os alunos precisam voltar à sala de aula. É preciso ter algumas regras." O presidente da Assembleia não falou em tempo recorde, mas em cumprimento ao regimento interno para votar e sancionar o projeto, até pelo caráter de urgência para que o Bolsa Estudo passe a valer no dia 1° de dezembro.
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