Jales Naves
*Especial para A Redação
Goiânia – Em sua segunda reunião, realizada virtualmente na noite desta terça-feira (1º/2) na plataforma meet, a equipe do projeto “Goiás 300 – Reflexões sobre a formação de Goiás”, que discute como lembrar esse momento histórico da formação goiana, definiu os primeiros passos a serem adotados nessa comemoração.
A iniciativa é do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) e da Sociedade Goiana de História da Agricultura (SGHA), conta com a participação de representantes de diversas entidades e instituições e quer marca a lembrança do terceiro centenário da chegada do bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, filho, às terras goianas.
A primeira decisão foi criar a “Coleção Goiás 300”, que deverá produzir, em sua primeira fase, cinco livros com escopo histórico: 1.Literatura, 2.História, 3.Geografia, 4.Agricultura e 5.Arquitetura e Urbanismo, a serem publicados neste ano. Decidiu, ainda, que a cada nova fase serão acrescidos cinco novos títulos à coleção, sendo que cada livro comportará dezenas de autores, com verbetes e artigos de opinião.
O maestro Eliseu Ferreira, da Orquestra Sinfônica de Goiânia, prepara a peça sinfônica “O Anhanguera”, já gravada em disco, porém nunca executada, para um grande evento em junho.
Mensalmente haverá colóquios para reflexão e debate sobre os temas, em conjunto com o Instituto Bernardo Élis.
Reflexão e debate
O projeto “Goiás 300”, conforme Nilson Jaime, pretende promover reflexão e debate sobre a formação de Goiás, no ano do jubileu de 300 anos da chegada do Anhanguera, “com ênfase na ressignificação do vocabulário, alimentação, costumes e valores ameríndios e afro que compõem a sociedade goiana, quase sempre olvidados no inconsciente coletivo”.
A reunião contou com a participação de representantes do IHGG, SGHA, Academia Goiana de Letras (AGL), Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis (Icebe), Instituto Sicoob Unicentro BR, Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás (Aflag), Academia Goianiense de Letras (AGnL), Seção de Goiás da União Brasileira de Escritores (UBE-GO), Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música (APLAM), Academia Palmeirense de Letras, Artes, Música e Ciências (Aplamc), Academia de Letras, Ciências e Artes de Terezópolis de Goiás (Eco Academia), Academia de Letras e Artes de Anicuns (ALAA); Escola de Artes Basileu França; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (CREA-GO); Associação dos Engenheiros Agrônomos de Goiás (AEAGO); Associação Goiana de Imprensa (AGI); e das universidades Federal de Goiás (UFG), Estadual de Goiás (UEG), Pontifícia Universidade Católica (PUC-GO) e UniEvangélica.
Participaram do debate 45 intelectuais, dentre eles os presidentes da AGnL, Aidenor Aires; da AGL, Ubirajara Galli; do Icebe, Bento Fleury; do Instituto Cultural Sicoob Unicentro BR, Fernando Cupertino; e da APLAM, Aline Lôbo, além dos organizadores Jales Mendonça, do IHGG, e Nilson Jaime, da SGHA. Ainda, a presença dos historiadores Itami Campos, Eliézer Oliveira e Thales Vaz Costa; dos professores e pesquisadores Ricardo Assis, Sandro Dutra e Silva, Átila Teixeira, Heloisa Campos, Eguimar Felício Chaveiro, João Guilherme Curado, Tereza Caroline Lôbo, Maria Teresinha Campos, Divina Paiva, Wanderson Barbosa e Arivaldo Fernandes de Araújo; do maestro Eliseu Ferreira; dos musicistas Othaniel Alcântara e Andrea Luísa Teixeira; da poeta Cláudia Machado; da advogada Cláudia Silveira; da artista plástica Helena Vasconcelos; da diretora da Escola Basileu França, Lóide Magalhães; das arquitetas e urbanistas Maria Narcisa de Abreu Cordeiro, Lenora Barbo e Jacira Rosa Pires; da tesoureira do Icebe, Raquel Jaime; de Jane Sebba, da AGI; do conselheiro do CREA-GO, engenheiro agrônomo José Reis, e do jornalista Jales Naves, coordenador de Comunicação do “Goiás 300”.