Catherine Moraes
A previsão de que os corpos dos cinco goianos mortos em um engavetamento na Flórida chegariam nesta quarta-feira (15/2) à capital, não se confirmou. De acordo com o pastor Alonso Oliveira, amigo da família, o governo da Flórida não liberou a documentação necessária para que o translado fosse realizado. Dessa forma, não há uma previsão exata para que os corpos voltem a Goiânia.
Alonso já morou em Goiânia e estava na Flórida há 20 anos. Amigo da família, ele retornou à capital com a certeza de que os corpos estavam a caminho. Aqui, recebeu a má notícia: O governo da Flórida não liberou o documento comprovando que as mortes foram por acidente e não por motivo de doença. Assim, não é possível liberar a certidão de óbito.
“A informação que tenho é que o governador da Flórida liberou a assinatura deste documento, mas ele não chegou até nossas mãos. Assim, não tenho previsão da chegada. Primeiro me pediram duas semanas, agora me informaram que deve chegar até sábado. Estamos tristes e não trabalhamos com nenhuma previsão”, completa o pastor.
Acidente
O acidente rodoviário aconteceu em uma autoestrada em Gainesville, no norte da Flórida (EUA) e deixou dez mortos no último dia 29 de janeiro. Integrantes de uma mesma família, José Francisco do Carmo Júnior, de 43 anos, a esposa Adriana Ferreira Souza do Carmo, 39, e as filhas Letícia Souza do Carmo, 17 e Lidiane Souza do Carmo, 15 estavam em um mesmo veículo. Destes, apenas Lidiane sobreviveu e está internada. Junto com eles estavam o irmão de José, Edson José do Carmo, 38, e a mulher, Rosélia Fagundes, 40, que também não sobreviveram.
A família havia participado de uma conferência evangélica em Orlando e retornava para a sede do Ministério Internacional da Restauração em Atlanta, na Geórgia, onde José Júnior era pastor, quando o acidente aconteceu.
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