Mônica Parreira
Goiânia – O Corpo de Bombeiros informou na manhã desta quarta-feira (11/11) que a queda do avião na divisa de Goiás com Minas Gerais abriu no chão uma cratera de cinco metros de profundidade e 12 metros de diâmetro. Quatro pessoas morreram e a causa do acidente ainda é desconhecida.
O desastre aéreo aconteceu pouco depois das 19h. O jato Citation 7, de matrícula PT-WQH, decolou de Brasília às 18h39 em direção a São Paulo e, poucos minutos depois, sumiu do radar. Estavam no avião o presidente da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi, o presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flavio Condurú de Oliveira, além de dois tripulantes, que não tiveram os nomes divulgados.
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Peões que trabalham na fazenda onde aconteceu o acidente disseram aos bombeiros que o avião balançou muito no ar antes de cair. "Foram eles inclusive que acionaram socorro. Pela descrição, achamos que poderia haver sobreviventes, mas quando chegamos ao local os corpos já estavam carbonizados", disse o coronel Bruno Prudente.
Ainda de acordo com o coronel, não era possível sequer identificar o modelo do avião. Destroços foram encontrados a quase um quilômetro de distância. "Foi uma situação bem complicada de trabalhar", comenta.
(Foto: Corpo de Bombeiros)
O acidente aconteceu na zona rural de Guarda Mor (MG), mas a equipe de resgate que trabalhou nas primeiras horas se deslocou de Catalão (GO) por estar mais perto do local.
A corporação fez o trabalho de combate às chamas e isolou o local até a chegada da perícia de Minas Gerais, responsável pela remoção e identificação dos corpos. A Polícia Militar de Minas Gerais também esteve na região.