Michelle Rabelo
Uma criança de 13 anos morreu afogada na tarde desta terça-feira (22/5) em Itumbiara, a 211 km da capital. De acordo com o Corpo de Bombeiros, Igor Lopes da Silva se afogou na piscina de um clube da cidade e foi resgatado por pessoas que estavam no clube, mas não resistiu e morreu no local.
Somente no mês de maio (até a manhã desta terça-feira) seis pessoas morreram afogadas em todo o Estado. O número, segundo os bombeiros, é preocupante já que na maioria das vezes, o acidente pode ser evitado. A maioria dos casos têm realação com crianças, bebida alcoólica, exibicionismo dos jovens e resgate inadequado.
A principal orientação da corporação é para que o indivíduo não confie muito em si mesmo: 46.6% das mortes por afogamento envolvem pessoas que sabem nadar. Além disso, vale evitar deixar objetos flutuantes no interior da piscina – bóias, brinquedos e câmaras de ar atraem a curiosidade das crianças, não confiar na bóia de braço, nadar apenas em áreas supervisionadas por salva-vidas, evitar nadar sozinho e retirar as crianças da água caso o responsável precise sair do local. Segundo dados do Corpo de Bombeiros 89% das crianças não têm supervisão durante o banho de piscina. Isso sendo que 84% dos afogamentos em piscinas ocorrem por distração do adulto, hora do almoço ou após a refeição.
Resgate
Caso alguma coisa possa ser feita antes da chegada do Corpo de Bombeiros, a orientação é para que a vítima fique calma e receba em seguida algum objeto que a ajude a flutuar, como uma prancha ou um pedaço de galho, garrafa pet, etc. Durante o resgate, o ideal é aproximar-se da pessoa por trás, passando um braço por baixo da axila e do queixo da vítima, ajudando-a assim a manter a boca fora da água.