A Redação
Goiânia – Ao lado do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), o secretário de Gestão e Planejamento de Goiás, deputado federal licenciado Thiago Peixoto (PSD), terá dias movimentos pela frente. Thiago participará, juntamente com o governador, na segunda-feira (9/11), do lançamento do Programa Goiás Mais Competitivo, que tem como objetivo principal e final tornar Goiás um dos estados mais competitivos do Brasil.
Na terça e na quarta-feira, os dois estarão em Brasília para formalização da criação do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central e eleição do primeiro presidente do novo instrumento que reúne os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia e o Distrito Federal. De acordo com o secretário, Marconi "tem tudo para ser eleito o primeiro presidente".
Conforme afirma Thiago Peixoto, Goiás caminha para se tornar um dos Estados mais competitivos do país. "Isso significa que desenvolveremos ações e projetos bem planejados que melhorarão a qualidade de vida dos goianos", completa.
Sobre os compromissos em Brasília, o secretário também é otimista. "Será a eleição do primeiro presidente do Consórcio Brasil Central. Será um nome escolhido entre seis governadores, com boas possibilidades do governador Marconi Perillo ser o primeiro. Além disso, será a instalação formal do consórcio, que já tem até sede em Brasília. Os governadores terão ainda audiência pública no Senado, se reunirão com deputados federais, empresários e também uma reunião com o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi", antecipa.
Ao falar do Consórcio, Thiago destaca que trata-se do primeiro do tipo no Brasil. "Existem consórcios intermunicipais reunindo cidades até de outros estados, com interesses diversos. Mas, interestadual, esse é o primeiro. Ele funcionará como braço de planejamento, de operações e de execução de políticas públicas de integração regional do Movimento Brasil Central (MBrC), que é fruto do Fórum dos Governadores do Brasil Central, criado em Goiânia em julho deste ano", diz.
"Ele foi criado em um momento de crise nacional para ser um instrumento para pensar políticas públicas de superação dessa crise. Hoje só se fala em crise, crise, crise. Isso cansa. É claro que precisamos enfrentar isso e tomar medidas para melhorar a situação emergencial. Mas precisamos também nos preparar para o momento que passar essa fase do ajuste. Porque o ajuste é importante, mas ele não é o fim, ele é apenas um meio para tornar a situação melhor. Nesse sentido, os governadores do Brasil Central se reuniram em bloco e criaram uma agenda de superação da crise. Enquanto o resto do Brasil está falando só em crise, estamos aqui discutindo uma agenda de desenvolvimento. E, o que é melhor, uma agenda que independe diretamente do governo federal", acrescenta.