Atualizado às 15h10
De acordo com o delegado responsável, Marcel de Oliveira, da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio (DELEPAT) de Goiás, os nomes não serão divulgados, mas uma das pessoas já foi ouvida pela polícia.
Algumas das pessoas envolvidas, segundo o delegado, são de Goiânia e outras do interior de Minas Gerais. "Ainda temos que identificar qual foi a participação de cada pessoa nesse caso."
A investigação, segundo Marcel de Oliveira, gira em torno de várias hipóteses. "Uma linha de investigação que se fortalece é a possibilidade de envolvimento de agiotagem, tráfico de entorpecentes ou até mesmo evasão de divisas", disse.
Entre o dinheiro apreendido, foram encontradas cédulas com marcas de tintas. "Isso é característico de casos de explosão de caixas eletrônicos", disse o delegado, que também não descartou essa possibilidade.
Questionado sobre a perícia do carro, o delegado garante que já foi solicitada. "Se a placa do carro não for clonada, uma mulher é a proprietária. Essa pessoa, que não possui antecedentes, ainda vai ser ouvida. Ela vai ter que explicar como o carro dela foi parar nesse caso", completa.
O dinheiro foi encontrado em uma bolsa azul – uma parte em reais (R$ 95 mil) e outra em dólares (US$ 507 mil) – pela Política Militar e repassado para investigação à PF.