Adriana Marinelli
Goiânia – Com o objetivo de reivindicar melhores condições de trabalho e aumento salarial, um grupo de trabalhadores terceirizados da Companhia Energética de Goiás (Celg) realizaram uma manifestação na tarde desta segunda-feira (11/11). Cerca de 300 pessoas se reuniram em frente à empresa, no Jardim Goiás, em Goiânia.
De acordo com informações da Polícia Militar (PM), o grupo teria fechado as duas entradas da sede, impedindo que as pessoas entrassem e saíssem do local. "Foi um movimento muito tranquilo, sem ocorrências", afirma o subtenente Luiz Cláudio Laureano, da Polícia Militar (PM), que acompanhou toda manifestação. "Eles encerraram o protesto por volta das 18 horas, mas garantem que a greve continua", completa o militar.
Os manifestantes, em sua maioria eletricistas, não foram recebidos por nenhum representante da Celg e, segundo eles, continuarão de braços cruzados. "Bairros de Senador Canedo e Aparecida de Goiânia estão sem energia desde o final da tarde e eles garantem que não vão trabalhar para normalizar a situação até que sejam recebidos por alguém", explica o policial.
Reivindicações
A categoria pede reajuste salarial de 25%. Atualmente, o salário inicial é de R$ 937, mais 30% de gratificação por periculosidade. Eles também querem aumento no valor do vale alimentação, que hoje é de R$ 8,50. Com o aumento, o benefício passaria para R$ 12.