Adriana Marinelli
Goiânia – Abrindo o 3º Congresso Internacional de Comunicação, Informação e Marketing do Centro-Oeste (Intermídias), o primeiro Fórum de Webjornalismo reuniu profissionais e estudantes de comunicação, na tarde desta quinta-feira (29), no Centro de Convenções de Goiânia. Participaram do fórum o blogueiro e cronista esportivo Cleuber Carlos, o promotor Fernando Krebs e o editor-chefe do jornal A Redação, Bruno Hermano.
Com foco no jornalismo na web, Bruno Hermano iniciou a palestra destacando a rotina da produção jornalística do AR, primeiro jornal 100% digital do Estado.
De forma breve, o editor explicou como é o trabalho do webjornalista. "O jornalismo on-line precisa ser rápido e exige muito do profissional que, além de saber trabalhar com outras mídias, como vídeo, imagem e áudio, também deve se manter sempre atualizado", afirma.
autoridade.
Ao iniciar sua fala, o promotor parabenizou o editor-chefe do A Redação, Bruno Hermano, pelo trabalho realizado pelo veículo nas redes sociais."Eu acompanho e vejo que são postagens sérias e realmente jornalísticas, como tem que ser."
Krebs afirmou que o Twitter é uma ferramenta para o exercício da cidadania e, se usada de forma correta, pode ser, inclusive, fonte de notícias.
"Trata-se de uma mídia rápida. Acredito que, no ano que vem, as redes sociais terão grande influência nas eleições, como aconteceu nos Estados Unidos, quando o presidente Barack Obama foi eleito", completou.
Redes sociais
Assunto em comum entre os três palestrantes, as redes sociais são tema que rende grande debate. Bruno Hermano destacou a presença do AR no Twitter, Facebook e no Instagram, principais redes sociais no Brasil, e voltou a ressaltar a agilidade do profissional da web. "A notícia divulgada no jornal é imediatamente postada nas redes, onde alcançamos grande número de leitores."
O mesmo ponto foi abordado por Cleuber Carlos, que reforçou dizendo que não faz sentido atualizar um blog se o texto não for para as redes. "O material precisa circular e nada melhor do que o Twitter e o Facebook, por exemplo, para fazer isso." Krebs também defendeu o uso dos perfis nas redes. "Se o dono do perfil tiver ética e responsabilidade, ele se tornará referência naquela rede", conclui.