A Redação
Goiânia – O governador Daniel Vilela usou as redes sociais para adiantar, na noite desta quarta-feira (1º/7), que assinou a promoção de 793 bombeiros militares em Goiás, sendo 627 praças e 166 oficiais. A ascensão, classificada pelo chefe do Executivo estadual como “uma das maiores promoções da história da corporação”, integra um pacote maior de reestruturação administrativa e valorização profissional aprovado na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).
A oficialização do ato ocorre nesta quinta-feira (2/7), quando Vilela participará da entrega da Medalha Dom Pedro II, a maior honraria do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO), em reconhecimento aos serviços prestados pela corporação ao estado.
Projeto
O projeto aprovado pela Alego alterou a Lei nº 16.899, de 26 de janeiro de 2010, que fixa o efetivo do CBMGO. O texto, de autoria do Governo de Goiás, adequou os quantitativos de postos da corporação, especialmente no Quadro de Oficiais de Comando, bem como estabeleceu regra sobre a apreciação das vagas abertas até o dia 2 de julho do respectivo ano de promoção. “Especificamente, haverá o remanejamento de duas vagas de segundo-tenente, posto de entrada da carreira, para o posto de coronel BM”, justificou Vilela na ocasião.
O objetivo principal da proposição foi atualizar o efetivo da corporação, para adequar a estrutura de pessoal às necessidades institucionais contemporâneas, em especial nos postos de alta gestão que apresentam déficit. A Governadoria esclareceu que a insuficiência quantitativa de oficiais no posto de coronel, último da carreira militar, privativo das funções de alta gestão e de comando estratégico, impede, por exemplo, a plena estruturação dos comandos regionais de Jataí e de Trindade.
“Essa iniciativa contribui para o fortalecimento da capacidade administrativa, estratégica e operacional da corporação, bem como proporciona maior eficiência na prestação dos serviços públicos essenciais. Além disso, a previsão de apuração das vagas abertas até o marco temporal de 2 de julho confere maior segurança jurídica, previsibilidade e racionalidade aos processos promocionais militares”, escreveu Vilela ao justificar a medida.
