O homem acusado de matar três mulheres e ferir quatro outras ao abrir fogo no spa onde sua esposa trabalhava, possuía histórico de violência doméstica, afirmou a polícia de Brookfield, Wisconsin.
Há algumas semanas Radcliffe Franklin Haughton teria cortado os pneus do carro de sua esposa. Ela pediu proteção na Justiça quatro dias depois e um juiz concedeu ordem de restrição. Como parte da decisão, Haughton não poderia portar armas de fogo.
O massacre aconteceu no domingo, por volta das 13h (horário de Brasília), no Azana Day Spa, um prédio de dois andares e 836 metros quadrados que fica em frente a um grande shopping center num bairro de classe média alta.
Depois do crime, a polícia iniciou uma busca frenética pelo autor, que depois foi encontrado morto no spa, após cometer suicídio. Não se sabe ainda se a esposa do atirador está entre os mortos.
Este foi o segundo tiroteio em massa em Wisconsin neste ano. No dia 5 de agosto, Wade Michael Page, um veterano do exército de 40 anos e que apoiava a supremacia branca, matou seis pessoas e feriu outras três antes de se suicidar num templo da seita religiosa hindu Sikh, no sul de Milwaukee. (Agência Estado)
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