A Redação
Goiânia –
Balanço divulgado pela Prefeitura de Goiânia indica que, nos primeiros 17 meses da gestão do prefeito Rogério Cruz, foram investidos R$ 33 milhões na reforma de todas as escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis). Também destinou R$ 32 milhões para distribuição de kits de alimentação para alunos, concedeu reajuste referente ao piso salarial aos professores e data-base de 2020 e 2021 aos servidores administrativos da Secretaria Municipal de Educação (SME).
Para reforma e adequação física das unidades educacionais, a estratégia foi a de atribuir, aos diretores de escolas e Cmeis, a responsabilidade e definir prioridades. Cada unidade recebeu R$ 100 mil para investir como achasse melhor. Em paralelo, a SME entregou computadores e livros. A atual gestão também concedeu reajuste de 15% aos professores da rede, garantiu o pagamento de auxílio locomoção no valor de R$ 300, e o cumprimento da data-base dos últimos anos aos servidores administrativos.
Neste período, quatro Cmeis foram construídos: Ceasa, Dom Antônio Ribeiro de Oliveira, Dona Ramila e Vila Areião. São obras que resultaram na abertura de 3 mil novas vagas na rede municipal. Outras sete unidades estão em processo final de construção: Cmeis Nion Albernaz, Vale do Araguaia, Brisas do Cerrado, Madre Germana, Bem Me Quer; a Escola Municipal Donata Monteiro da Motta; e a Escola Municipal de Tempo Integral Goiânia Rotary Clube.
Alimentação de crianças
Ao longo de 2021, a Prefeitura de Goiânia investiu R$ 32 milhões na distribuição de 1,8 milhão de kits de alimentação escolar para os estudantes e suas famílias, que tiveram a renda comprometida por causa da pandemia. Com a retomada das aulas, que ocorreu em agosto do ano anterior com uma série de protocolos de biossegurança, a SME trabalhou na distribuição de 4,12 milhões de refeições por mês.
Para que o retorno do atendimento ocorresse com segurança, a SME enviou recursos para que as unidades educacionais adquirissem equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais, e produziu material pedagógico para atualizar conteúdo que deveria ter sido aprofundado na pandemia.
“Sabemos que o ensino presencial produz resultados melhores. Por isso, priorizamos o retorno das atividades em escolas e Cmeis. Agora, a gente trabalha em um novo salto de qualidade. Vamos investir no ensino de robótica, entregar novas unidades e promover cursos de formação para profissionais e servidores administrativos”, afirma Rogério Cruz.
Tecnologia e Educação
A Prefeitura de Goiânia lançou o Smart Educação, que tem o objetivo de ampliar acesso dos estudantes à tecnologia. O programa integra ferramentas com a proposta de facilitar o compartilhamento de conteúdo e informações entre diversos atores da Educação. Disponibiliza, também, serviços de matrícula e acompanhamento dos pais por meio de plataformas digitais.
Com o Conecta Educação, a Secretaria de Educação está a implementar, entre outros serviços, o reconhecimento facial dos estudantes e das crianças matriculadas. Todas as 370 instituições de ensino usarão o sistema. Por sua vez, o Aula Digital, em parceria com a Telefônica Vivo, distribuiu equipamentos e acessórios tecnológicos para 170 escolas municipais. Ao todo, foram entregues três mil tablets, 170 computadores e outros equipamentos para todas as escolas da rede.
Em outubro de 2021, a prefeitura inaugurou o primeiro Laboratório Maker de Robótica da rede pública de Goiânia, na Escola Municipal Alice Coutinho. Mais de 600 alunos utilizam o espaço. O programa está em ampliação, e a segunda escola a ter laboratório será a Escola Municipal João Vieira da Paixão. O projeto Wi-Fi Estudante – Professor é outra iniciativa da gestão que promove a democratização do acesso à internet, e hoje atende 331 instituições educacionais de Goiânia.