A Redação
Goiânia – Em visita a Aracaju (SE), na última quinta-feira (1º/02), o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, afirmou que a meta do Governo Federal é retomar obras paralisadas e não iniciadas pelo país. “Esse é o nosso objetivo, que o Brasil possa retomar as obras paralisadas e que não foram iniciadas para a melhoria de serviços e melhorias, é claro, da vida das pessoas”, afirmou o ministro.
Alexandre Baldy assinou autorização para retomada de obras de mobilidade urbana na capital sergipana. “É importante registrar que o Governo Federal está presente contribuindo para melhoria de vida das pessoas e do cidadão de Aracaju. Por isso estamos aqui para liberar uma obra que há muito tempo estava paralisada, uma obra que gera emprego, renda e beneficio de vida às pessoas”, declarou Baldy.
A obra de implantação de corredores de ônibus, construção e reforma de terminais de integração, implantação de bolsões de estacionamento, construção de abrigos de ônibus e implantação de centro de controle operacional, será reprogramada com redução de meta física e atualização do valor de investimento total de R$ 113,2 milhões para R$ 140 milhões, por meio de aumento de contrapartida da Prefeitura Municipal de Aracaju.
Para o ministro das Cidades, investir em transporte público é essencial para a população. “O transporte publico, aquele que os trabalhadores todos os dias vão para casa e ao trabalho, é realmente o que é essencial. Então, construir novos corredores, reformar terminais, 159 abrigos serão aqui objetos de um grande investimento, R$ 107 milhões por parte do Governo Federal em uma parceria com a prefeitura municipal de Aracaju”, disse o ministro.
O contrato firmado com a prefeitura Municipal de Aracaju prevê a adaptação de proposta apresentada em 2014, no âmbito do PAC 2 Médias Cidades. O valor de financiamento do governo é de R$ 107,6 milhões, com alteração contrapartida do Poder Público local, que passou de R$ 5,6 milhões para R$ 32,4 milhões.
A proposta anterior previa a construção de dez corredores de ônibus, porém, após a elaboração dos projetos, a prefeitura constatou que seria possível diminuir a quantidade de corredores, reduzindo os custos e mantendo os benefícios sociais e a localização do empreendimento. O projeto atual assegura a construção de quatro corredores que correspondem a 65% da demanda dos usuários atuais do transporte coletivo e atendem a maior parte dos bairros com grande concentração de habitações de classes B e C.