A Redação
Goiânia – Foi com otimismo que o governador de Goiás, Marconi Perillo, falou do Brasil durante o 21º Meeting Internacional do Grupo LIDE, em Buenos Aires (Argentina), na manhã desta sexta-feira (14/10). O goiano palestrou no evento a convite do empresário João Doria, prefeito eleito de São Paulo.
Um dos primeiros a falar, Marconi produziu o eixo central da discussão, seguido pelos próximos expositores, ao afirmar que os presidentes Michel Temer e Mauricio Macri representam, hoje, a esperança de Brasil e Argentina renovarem suas gestões e realizarem as reformas estruturantes que ambos os países necessitam.
“O Brasil não quer mais ficar no vermelho. Vivemos hoje uma onda de prosperidade, que nos levará a um porto seguro daqui para frente. O presidente Michel Temer tem a tarefa de fazer a travessia para esse porto seguro. Todos nós estamos com ele e, certamente, com o presidente Mauricio Macri. Ambos são a esperança de colocar nossos países nos trilhos, renovar as gestões e realizar as reformas necessárias”, disse.
Marconi afirmou que o momento econômico que os dois países atravessam exige a tomada de medidas duras pelos gestores para que ambos possam se reerguer e voltar a crescer.
“Estou animado com a fase nova iniciada nos dois países. Apoio integralmente os esforços que estão sendo feitos pelo presidente Temer, com apoio do Senado e da Câmara dos Deputados. Muitas medidas estão sendo tomadas e muitas outras serão tomadas sob pena de o Brasil se sucumbir de vez. Precisamos tomar medidas corajosas agora. Medidas muito mais duras inclusive do que a PEC que corta os gastos; e vejo isso acontecer com meus colegas governadores e comigo. As dificuldades são enormes. Então, mais do que nunca, esse serviço será fundamental para o futuro do Brasil”, disse.
Ele disse ainda estar solidário ao presidente Macri, que se viu obrigado a tomar uma série de medidas consideradas impopulares para tirar a Argentina de uma situação quase caótica, a exemplo do presidente Temer, no Brasil. “O presidente Temer também está assumindo uma série de medidas corajosas, embora com menos desgastes do que o presidente Macri, até porque a ex-presidente Dilma foi obrigada a tomar medidas, depois que se reelegeu, sob pena de não ter condições de governar na época. O presidente Macri tomou medidas aqui extremamente duras e corajosas. Isso é claro que custa a popularidade, custa uma série de sacrifícios”, observou.