A Redação
Goiânia – A morte da motorista de aplicativo Vanusa da Cunha Ferreira, de 36 anos, foi provocada por traumatismo craniano. É o que afirmam familiares de Vanusa que estiveram no Instituto Médico Legal (IML) de Aparecida de Goiânia nesta segunda-feira (21/1) para liberação do corpo. A Polícia Civil não deu detalhes sobre como a motorista teria sido morta, já que as investigações são sigilosas, mas parentes da vítima acreditam que Vanusa tenha sido agredida na cabeça com um pedaço de madeira com uma pedra.
Vanusa desapareceu na madrugada do último sábado (19), depois de fazer o transporte de passageiros fora do aplicativo. O corpo da mulher foi localizado no início da noite de domingo (20) no Jardim Copacabana, em Aparecida de Goiânia. Horas antes, o carro dela foi achado em uma rua vicinal perto da chácara onde o corpo foi encontrado. Como Vanusa estava seminua, a Polícia Civil apura se ela foi vítima também de abuso sexual.
Investigações
A família de Vanusa suspeita que um homem identificado como "Camargo" possa ter informações sobre o que teria acontecido com Vanusa, já que ele teria sido a última pessoa transportada pela motorista. Ainda de acordo com pessoas da família da vítima, o homem estaria devendo cerca de R$ 1,3 mil à motorista.
A Polícia Civil não informou se o homem identificado como Camargo, que também aparece ao lado da vítima em um vídeo gravado na noite do desaparecimento de Vanusa, já foi ouvido.