São Paulo – Um atirador abriu fogo na tarde desta quintafeira, 1, em uma faculdade comunitária do Estado do Oregon, matando ao menos 13 pessoas e deixando outras 20 feridas, segundo as autoridades. O ataque aconteceu na Faculdade Comunitária Umpqua, em Roseburg, a 290 quilômetros de Portland.
Em entrevista à afiliada local da NBC, a procuradora do Estado, Ellen Rosenbaum, disse que o atirador cuja identidade não foi revelada foi morto pelas autoridades. Outra emissora americana, a CNN, disse que o responsável pelo ataque seria um homem com mais de 20 anos.
O presidente dos EUA, Barack Obama, foi informado sobre o ataque em Roseburg, afirmou sua assessora para segurança doméstica, Lisa Monaco. "A pedido do presidente, ele continuará sendo atualizado sobre o caso ao longo do dia".
Endi Hartigan, portavoz da Comissão de Coordenação para Educação Superior do Oregon, departamento que supervisiona as faculdades comunitárias, se disse "extremamente preocupada e triste" com o caso.
Segundo várias testemunha, o ataque aconteceu na seção de ciências da Umpqua, quando um homem percorreu diversas salas de aula e atirou indiscriminadamente contra os alunos.
Ray Shoufler, responsável pelo Corpo de Bombeiros local, informou que seus homens retiraram pelo menos 11 feridos do interior da faculdade, mas 2 dessas vítimas morreram enquanto recebiam os primeiro socorros.
"Quando chegamos na faculdade, encontramos múltiplos pacientes, em múltiplas salas de aulas. A polícia já estava no local e o atirador tinha sido dominado", disse Shoufler. Marilyn Kittelman, mãe de um aluno da instituição, afirmou que seu filho conseguiu se esconder em um prédio anexo à faculdade e lhe enviou uma mensagem pelo telefone celular alertando sobre o ataque.
Segundo Marilyn, seu filho disse ter escutado cerca de 30 tiros. A Faculdade Comunitária Umpqua tem cerca de 3 mil alunos. Em razão da alta quantidade de acessos, o site da faculdade ficou fora do ar durante boa parte desta quintafeira. As mensagens deixadas em um número de telefone da faculdade também não foram retornadas (Agência Estado)