Goiânia –
Sem avanço na rodada de negociações realizada na tarde dessa terça-feira (13/09), entre a Comissão Bancária Nacional de Negociações e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), os bancários decidiram manter a greve. A categoria paralisou as atividades no dia 6 deste mês e, desde então, cidades goianas estão aderindo ao movimento gradativamente.Segundo o Sindicato dos Bancários de Goiás, a nova proposta dos bancos continua sem repor a inflação dos últimos doze meses, que está projetada em mais de 9,5%. Além disso, a categoria reivindica participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 8.297,61; piso salarial de R$ 3.940,24; vales-alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor do salário-mínimo nacional (R$ 880); 14º salário; fim das metas abusivas e assédio moral; fim das demissões, ampliação das contratações, combate às terceirizações e à precarização das condições de trabalho; mais segurança nas agências bancárias e auxílio-educação.
Uma nova reunião está agendada para a próxima quinta-feira (15), às 16 horas, em São Paulo (SP).