Larissa Lessa
A Secretaria de Segurança Pública e Justiça do Estado de Goiás determinou o corte do ponto dos policiais civis do entorno do Distrito Federal que aderiram à greve iniciada na sexta-feira (21/10). No caso dos servidores que cumprem estágio probatório e participam do movimento, a recomendação é que sejam tomadas medidas administrativas que podem resultar na perda do cargo.
A paralisação é a segunda desde agosto e, segundo informações do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol) cerca de 400 servidores que atuam no Entorno, entre agentes, escrivães, papiloscopistas, médicos legistas e peritos cruzaram os braços.
O sindicato garante que 30% dos servidores continuam trabalhando, mas registram apenas ocorrências relacionadas a crimes hediondos e autos de prisão em flagrante. A liberação de corpos do Instituto Médico Legal acontece somente entre 17 horas e 18 horas.
Os policiais reivindicam reajuste da gratificação de R$ 276 para R$ 800, concurso público para o preenchimento de três mil vagas, fornecimento de armas e coletes para policiais da Superintendência da Polícia Técnico-Científica e melhores condições de trabalho.