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Sandro Mabel usava um poder que não tinha, diz Veja

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14.03.2017 - 19:44:34
 


Brasília – A coluna 'Radar On-Line', do site da revista Veja, afirmou na tarde desta terça-feira (14/03), que a saída do ex-deputado Sandro Mabel (GO) do Palácio do Planalto, onde atuava como assessor especial de Michel Temer, causou alívio "em gente graúda". De acordo com a nota, Mabel vinha exercendo um poder que nunca teve.



O texto afirma que a saída de Mabel é um reflexo de como repercutiu mal a forma com que ele vinha usando sua caneta de assessor do presidente. "Temer já foi alertado para acompanhar de perto os despachos de Sandro Mabel. O assessor especial do presidente canta a deputados um poder que não tem: o de decidir sobre convênios milionários com prefeituras". 



O ex-deputado deixou o cargo à disposição da cúpula do Palácio do Planalto no início deste mês. “Conversei com o presidente na semana após a eleição para presidente da Câmara (segunda semana de fevereiro). Foi uma conversa de amigos. Eu não tenho mais nenhuma pretensão política, não vou ser mais candidato, nem quero ser ministro, por isso tenho que cuidar das minhas coisas, dos meus negócios”, afirmou Mabel ao Estado. “Se quisesse ser ministro, já tinha sido. Mas o País está andando bem, já dei a minha contribuição”, emendou o ex­deputado, que não recebe salários pela atuação como assessor.



Segundo ele, na conversa com Temer, o presidente disse que não era um bom momento e pediu para que ficasse no cargo por pelo menos até o próximo semestre. “Ele disse que não era a hora de mexer nisso e me pediu para ficar por mais seis meses”, afirmou.



Um dos articuladores do processo de impeachment contra a ex­presidente Dilma Rousseff no Congresso, Mabel nega que o pedido da saída do governo tenha ocorrido em razão de possíveis desdobramentos da Lava Jato. “Quando fui falar com o presidente, há umas três semanas, não tinha tanta turbulência”. Em meados de dezembro do ano passado, o então assessor especial do presidente Michel Temer, o advogado José Yunes, pediu demissão por meio de uma carta.



O pedido ocorreu após o nome do advogado aparecer na delação do ex­-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Mello Filho. Também citado na delação de Mello Filho, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, pediu afastamento do cargo no último dia 24 de fevereiro em razão de problemas de saúde. (Com informações da Agência Estado)
 


Brasília – A coluna 'Radar On-Line', do site da revista Veja, afirmou na tarde desta terça-feira (14/03), que a saída do ex-deputado Sandro Mabel (GO) do Palácio do Planalto, onde atuava como assessor especial de Michel Temer, causou alívio"em gente graúda". De acordo com a nota, Mabel vinha exercendo um poder que nunca teve.



O texto afirma que a saída de Mabel é um reflexo de como repercutiu mal a forma com que ele vinha usando sua caneta de assessor do presidente. "Temer já foi alertado para acompanhar de perto os despachos de Sandro Mabel. O assessor especial do presidente canta a deputados um poder que não tem: o de decidir sobre convênios milionários com prefeituras". 



O ex-deputado deixou o cargo à disposição da cúpula do Palácio do Planalto no início deste mês. “Conversei com o presidente na semana após a eleição para presidente da Câmara (segunda semana de fevereiro). Foi uma conversa de amigos. Eu não tenho mais nenhuma pretensão política, não vou ser mais candidato, nem quero ser ministro, por isso tenho que cuidar das minhas coisas, dos meus negócios”, afirmou Mabel ao Estado. “Se quisesse ser ministro, já tinha sido. Mas o País está andando bem, já dei a minha contribuição”, emendou o ex­deputado, que não recebe salários pela atuação como assessor.



Segundo ele, na conversa com Temer, o presidente disse que não era um bom momento e pediu para que ficasse no cargo por pelo menos até o próximo semestre. “Ele disse que não era a hora de mexer nisso e me pediu para ficar por mais seis meses”, afirmou.



Um dos articuladores do processo de impeachment contra a ex­presidente Dilma Rousseff no Congresso, Mabel nega que o pedido da saída do governo tenha ocorrido em razão de possíveis desdobramentos da Lava Jato. “Quando fui falar com o presidente, há umas três semanas, não tinha tanta turbulência”. Em meados de dezembro do ano passado, o então assessor especial do presidente Michel Temer, o advogado José Yunes, pediu demissão por meio de uma carta.



O pedido ocorreu após o nome do advogado aparecer na delação do ex­-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Mello Filho. Também citado na delação de Mello Filho, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, pediu afastamento do cargo no último dia 24 de fevereiro em razão de problemas de saúde. (Com informações da Agência Estado)
 
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por Kamylla Rodrigues

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