Rafael Zelmann
Goiânia – Pelos bairros de Londres, na Inglaterra, corre uma teoria chamada “a maldição de Ramsey”. A premissa é de que toda vez que o meia Aaron Ramsey, do Arsenal, marca um gol alguma celebridade morre.
O galês de 25 anos tem essa má fama desde maio de 2011 quando, um dia após marcar um gol contra o Manchester United, o terrorista Osama Bin Laden foi morto a tiros pela marinha americana. Até então tudo bem, mera coincidência. Porém, no mesmo ano em outubro, Ramsey voltou a marcar e em menos de 72 horas o então CEO da Apple, Steve Jobs, morreu.
Algumas semanas após os dois gols, o galês fez outro gol e, no dia seguinte, o coronel Muammar Gaddafi foi capturado e morto por rebeldes na Líbia. Em fevereiro de 2012, Aaron marcou mais um e poucas horas depois a atriz e cantora, Whitney Houston, foi encontrada morta em sua suíte em Los Angeles.
A partir daí não poderia ser mais apenas uma coincidência. O boato da maldição se disseminou pelo mundo. Em novembro de 2013, o meia do Arsenal marcou dois gols na mesma partida e pouco depois o ator Paul Walker, da franquia Velozes e Furiosos, morreu em um trágico acidente de carro.
Depois da morte de Paul Walker, Aaron continuou marcando gols durante a temporada, mas ninguém faleceu e parecia que a maldição teria chegado ao fim. Porém, no dia 10 de agosto de 2014 o galês balançou as redes contra o Manchester City e no dia 11 o ator Robin Williams foi encontrado morto em sua casa.
Quando perguntado sobre a maldição, Ramsey se esquiva e prefere não comentar. Porém, em 2015, em entrevista coletiva do clube londrino, foi novamente perguntado e disse que esse seria o rumor mais ridículo que ele já teria ouvido.
Na segunda-feira (11/1) faleceu o ícone da música pop, David Bowie, após lutar por 18 meses contra um câncer. Adivinha quem marcou um gol no domingo contra o Sunderland? Exatamente, Aaron Ramsey. Aparentemente a maldição continua e o próximo compromisso do Arsenal será nesta quarta-feira (13/1) contra o Liverpool. Ramsey deve estar no time titular.