A Redação
Goiânia – Dança, tecnologia, parkour, rapel, escalada, cinema, fotografia, tudo junto e misturado como forma de evoluir o que hoje é uma arte só. Esta foi a proposta do Coletivo PlanoP durante a execução do PROJETO #plural. É P de pluralidade de espaços, atuação, arte e inovação.
Beneficiado pelo Fundo Estadual de Arte e Cultura de Goiás 2016 da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (Seduce), e em execução desde o início de 2018, o projeto apresenta, neste domingo (1º), o resultado da oficina de Emilliano Freitas: “Dispositivos cênicos para composição na improvisação em dança contemporânea”. A apresentação é gratuita e será realizada no Coletivo Centopeia, às 16 horas.
A oficina de Emilliano abordou as práticas de design cênico enquanto articuladoras da dramaturgia na dança. “Os participantes realizarão experimentos práticos em que as possibilidades de movimento na improvisação em dança partirá do diálogo do corpo com proposições plástico-espaciais produzidas, estabelecendo conexões com o lugar (físico e socioculturais) e os corpos dos participantes”, explica o professor.
"Durante esse quase seis meses de #plural tivermos encontros incríveis que consolidsram ainda mais o discurso e a identidade do coletivo planop. O emiliano traz dessa vez questões muito próximas do nosso universo, ainda mais pela sua formação e atuação. No PlanoP, temos dois arquitetos, eu e o Nilo, então tivemos muitas figurinhas para trocar com o nosso próximo residente”, afirma Gabriel.
Emilliano Freitas é multiartista, atuando como cenógrafo, intérprete do movimento, ator e artista visual. É graduado em Arquitetura e Urbanismo, especialista em Artes Visuais: Cultura e Criação e Mestre em Artes (Sub-área: artes cênicas). Atualmente é professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás – Regional Goiás.
Ele também integra o Conectivo Nozes onde pesquisa o corpoespaço na improvisação em dança contemporânea. Organiza desde 2012 o Temporal – encontro de dança contemporânea e composição em tempo real. Sua produção artística permeia pela discussão das relações entre corpo, improvisação e arquitetura.