Goiânia –
Depois de levar o Programa Meninas de Luz aos municípios de Alto Paraíso e Orizona, a Organização das Voluntárias de Goiás liberou neste, sábado, 7, o Termo de Cooperação Técnica para que a prefeitura de Pirenópolis instale o programa na cidade. A autorização foi assinada pelo governador Marconi Perillo, a presidente de honra da OVG, Valéria Perillo, e o diretor geral da Organização, major Augusto. Ainda em outubro a OVG deverá levar o Meninas de Luz a São Luiz de Montes Belos e Piranhas, seguindo o propósito de fazer a interiorização do programa, que já beneficiou mais de 5 mil jovens e adolescentes grávidas desde sua criação, em 1999, e atende cerca de 800 gestantes por mês. segundo Marconi Perillo, Pirenópolis é a cidade goiana mais conhecida lá fora. “Eu e Valéria sempre buscamos, nos exercícios dos nossos mandatos, colaborar com a preservação dessa história", disse. Marconi citou a ajuda ao município com o programa Goiás na Frente entregue à prefeitura e fez o compromisso de continuar colaborando para melhorar a cidade. "Se não for suficiente, prefeito, me procure. Não quero sair do governo deixando algo por fazer na nossa querida Pirenópolis”.
A presidente de honra da OVG, Valéria Perillo informou que, inicialmente, 25 meninas já foram cadastradas em Pirenópolis para receber o atendimento. “Idealizar um projeto como esse, implementá-lo e acompanhar seus bons resultados são ações que nos enchem de orgulho, principalmente agora que seu alcance social é multiplicado com a expansão desse trabalho no interior, graças à parceria com as prefeituras”, afirmou Valéria Perillo.
O Meninas de Luz tem como objetivo promover o envolvimento, socialização, melhora da autoestima e fornecer orientações às grávidas de até 21 anos em situação de vulnerabilidade social. Por meio de uma ação efetiva de equipe multiprofissional, a gestante receberá informações sobre educação sexual, planejamento familiar, cuidados com o bebê, direitos do cidadão, além de atendimento pré-natal e odontológico. Após o nascimento da criança, a mãe e o bebê continuam recebendo o acompanhamento e apoio por um ano, incluindo medicamentos contraceptivos.