Michelle Rabelo
Cinco imóveis que estão em estado de abandono serão demolidos nesta sexta-feira (11/11). De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo (Seplam), as áreas representam riscos para a pessoas que moram por perto, pois abrigam animais peçonhentos e muita sujeira. Além disso, os imóveis servem de ponto de venda de drogas.
A decisão, tomada pela Prefeitura, se refere a cinco lotes da capital situados nos bairros Jardim Goiás, Parque Amazônia, Morada do Sol, Residencial Alphaville e Conjunto Anhanguera, cujos proprietários não foram localizados.
A operação começa quando a população denuncia o abandono, e a partir daí a Seplam inicia a fiscalização do local. “Como trata-se de denúncias populares, não podemos fazer nada sem antes ver a propriedade. Existem muitas denúncias falsas”, explica José Cabral Filho, diretor do Departamento de Fiscalização, Edificação e Parcelamento da Seplam.
Quando é comprovado o abandono, se iniciam as tentativas de contato com o dono da área. A Secretaria investiga, através do cartório, a quem pertence a propriedade, entra em contato com o responsável e verifica a possibilidade da melhora do lote sem a necessidade da demolição.
“A maioria dos proprietários, toma conta do imóvel quando é avisado. Eles entendem que a área precisa de cuidados. Muitas estão em ruínas, sujas, sem condição de habitação”, afirma Cabral.
A Seplam, juntamente com a Prefeitura estipulam um prazo para limpeza ou habitação do imóvel. Quando este prazo não é cumprido, a Secretaria abre o chamado “processo de imóvel abandonado” e definea pela demolição. O processo é custeado pelo proprietário e quando este não é localizado, fica impedido de vender o lote.