A Redação
Goiânia – Equipes da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) retiraram mais de 60 toneladas de resíduos e desobstruíram trechos dos córregos Botafogo e Cascavel após as fortes chuvas do fim de semana. As ações emergenciais, realizadas entre sábado (6/12) e segunda-feira (8/12), incluíram a limpeza dos leitos, a remoção de árvores caídas e o atendimento a 15 ocorrências, com o objetivo de reduzir riscos de alagamentos e garantir a segurança da população.
Desde as primeiras horas de chuva, a Comurg registrou o acionamento para atender sete quedas de árvores e oito ocorrências de galhos caídos em bairros, concentrados, principalmente, nas regiões Sul e Sudeste da capital. As equipes atuam, inicialmente, na desobstrução e liberação das vias, buscando reduzir danos patrimoniais.
O trabalho de remoção da massa verde, troncos e galhos segue com a liberação das áreas. A Comurg compõe o Gabinete de Crises Climáticos de Goiânia e mantém equipes de plantão 24 horas durante os sete dias da semana para atender prontamente as emergências.
As intervenções tiveram como foco a remoção de materiais que poderiam causar grandes inundações. A ação concentrou-se no Córrego Botafogo, ao longo da Marginal Botafogo, onde uma árvore que caiu no leito foi removida nas proximidades do Viaduto Mauro Borges. No Córrego Cascavel, Setor Campinas, equipes fizeram a retirada de uma árvore e de troncos acumulados na ponte da Avenida Padre Wendel. Houve também remoção de troncos na ponte da Rua Nonato Mota (viela), que faz a ligação entre o Setor Pedro Ludovico e a Vila Redenção.
Além da limpeza dos córregos, a Comurg realizou a raspagem de terra e lama acumulada nas vias após as últimas precipitações. A Marginal Botafogo teve seus 14 km de extensão limpos. Outros locais, como as vias do Setor Orlando de Morais, receberam limpeza preventiva e remoção de resíduos.
O reforço nos serviços para evitar que materiais sejam levados pelas enxurradas foi intensificado em bairros como Jardim Guanabara, Setor Sudoeste, Riviera, Capuava e Recanto do Bosque, áreas consideradas como possíveis pontos de alagamentos.
