A Redação
Goiânia – A prefeitura de Goiânia realizou mais uma ação da Operação Reciclagem, com o objetivo de verificar as condições de funcionamento e a regularidade dos estabelecimentos de reciclagem na capital. A iniciativa busca garantir o cumprimento das normas municipais e contribuir para a segurança, a saúde pública, a proteção social e a organização dos espaços urbanos.
Durante a fiscalização, um estabelecimento localizado na Rua 72, no Setor Central, que já é alvo das autoridades por envolvimento em casos de receptação de objetos provenientes de crimes ocorridos na região, foi embargado após a constatação de irregularidades relacionadas às normas de Posturas, Meio Ambiente e Atividade Econômica.
Diante das condições encontradas, a prefeitura de Goiânia realizará a limpeza do local para restabelecer as condições de organização e salubridade da área e reduzir os impactos para moradores e comerciantes da região.
O gerente de Planejamento e Operação Fiscal da Sefic, José Aluísio, destacou que a ação dá continuidade às fiscalizações realizadas pela Operação Reciclagem e reforçou a necessidade de regularização dos estabelecimentos.
“Dando seguimento à Operação Reciclagem, encontramos um local totalmente irregular, o que nos levou a promover o embargo. Nós iremos também promover a limpeza deste local para devolver à população do Centro mais tranquilidade e asseio, uma vez que o local se encontrava em condições insalubres”, afirmou.
Legalidade da atividade
José Aluísio reforçou que a atividade de reciclagem é permitida em Goiânia, desde que os estabelecimentos cumpram as exigências previstas na legislação municipal. “A reciclagem não é impedida no município de Goiânia, mas ela precisa acontecer dentro daquilo que a legislação exige. Ela precisa de um Alvará de Localização e Funcionamento e também de uma Licença Ambiental. Sem isso, ela poderá ser embargada e o responsável autuado”, alertou.
As fiscalizações terão continuidade em diferentes regiões de Goiânia. O trabalho busca identificar e coibir irregularidades que possam gerar riscos à segurança, à saúde pública e ao meio ambiente, além de contribuir para a organização urbana e a qualidade de vida da população.
