A Redação
Goiânia – Uma semana após o lançamento, o game 'Pokémon Go' se tornou um fenômeno, superando o aplicativo de namoro Tinder e “Candy Crush Saga” em números de usuários ativos nos Estados Unidos. Agora, o jogo, que já deixou até o Twitter para trás, avança para cima do Snapchat e do Google Maps. Atualmente em funcionamento nos EUA, Austrália, Nova Zelândia e recentemente na Alemanha, o aplicativo de realidade aumentada ainda não tem data para chegar a outros países, como no Brasil.
Esse sucesso todo veio acompanhado de alguns problemas. Nos Estados Unidos, algumas pessoas foram assaltadas por um grupo que usava o aplicativo para atrair vítimas. A polícia de Melbourne, na Austrália, emitiu um alerta pedindo às pessoas que prestem atenção em riscos reais, como carros passando e obstáculos na calçada. Já a polícia de Goochland, no estado americano da Virgínia, se viu forçada a avisar que o jogo não é desculpa para entrar na propriedade alheia sem autorização. Até o Museu Memorial do Holocausto dos EUA, em Washington, foi “invadido” por adeptos do game. O diretor da instituição reagiu dizendo que jogar ‘Pokémon Go’ num memorial dedicado a vítimas do nazismo é inapropriado.
A proposta do jogo é fazer o usuário andar pela cidade para capturar o máximo possível de pokémons. O game é gratuito para Android e iOS, mas ainda não foi lançado oficialmente nas lojas de aplicativos brasileiras. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, chegou a fazer uma publicação em sua página no Facebook pedindo para que a Nitendo, desenvolvedora do game, traga o app para o Brasil. “Alô, Nintendo! Faltam 23 dias para as Olimpíadas Rio 2016. O mundo todo tá vindo pra cá. Venha também!”, disse
(Com agências)