A Redação
Goiânia – A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) de Goiás informou por meio de nota, na tarde desta terça-feira (18/4), que os policiais militares suspeitos de matar um adolescente de 16 anos em Goiânia já foram ouvidos pela Corregedoria da Polícia Militar (PM). Conforme diz a nota, Corregedoria já está apurando as circunstâncias do fato e acompanhará todo o trâmite legal do caso.
Segundo a SSPAP, os PMs envolvidos na ocorrência são Paulo Antônio de Souza Junior, Rogério Rangel Araújo Silva e Cláudio Henrique da Silva. A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), também instaurou inquérito para apurar o episódio, o que deve ser concluído no prazo de 10 dias.
O caso
Três policiais militares foram presos nesta terça-feira (18/4) suspeitos de matar Roberto Campos da Silva, de 16 anos, e de balear o pai da vítima. O caso aconteceu na noite de segunda-feira (17), no Setor Vale do Araguaia, em Goiânia.
Os policiais teriam sido acionados via 190 para uma ocorrência na região. Houve troca de tiros ao chegarem no local. O adolescente morreu na hora. Já o pai dele foi encaminhado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).
Confira nota da Secretaria de Segurança Pública na íntegra:
A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) informa que, na noite desta segunda-feira (18/04), por volta das 21 horas, uma ocorrência envolvendo profissionais do serviço reservado da Polícia Militar (PM2), no Residencial Vale do Araguaia, em Goiânia, resultou na morte do estudante Roberto Campos da Silva, de 16 anos.
Roberto Lourenço da Silva, 42 anos, pai do adolescente, também foi baleado e levado para o Hospital de Urgências de Goiânia.
Os policiais Paulo Antônio de Souza Junior, Rogério Rangel Araújo Silva e Cláudio Henrique da Silva já foram ouvidos pela Corregedoria da Polícia Militar, que apura as circunstâncias do fato e acompanhará todo o trâmite legal.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), também instaurou inquérito para apurar o episódio, o que deve ser concluído no prazo de 10 dias.
Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP)