Goiânia
– “Estamos vivendo uma nova era, profissionalizando o combate às violações dos direitos de advogados e advogadas”, comemora o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), Lúcio Flávio, na solenidade de diplomação dos três procuradores que vão comandar a Procuradoria de Prerrogativas, inédita do Brasil. A posse festiva foi realizada na noite desta quinta-feira (22/2), no Auditório Eli Alves Forte, em Goiânia.
Presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio diz que novo órgão marca uma nova era para a advocacia goiana. (Foto: Letícia Coqueiro / A Redação)
Lúcio Flávio também justifica a criação da procuradoria lembrando que a violação às prerrogativas é um problema antigo e diário em todo o país. “A relação com as autoridades não é sempre fácil e às vezes ela degenera para a violação de garantias profissionais. Toda vez que isso acontecer, a Procuradoria vai reagir e processar os agentes público que violem as nossas garantias. Esse órgão coloca a OAB Goiás na vanguarda. Não existe nada igual em todo o país", reforçou.

Juberto Jubé afirma que Procuradoria de Prerrogativas é um resgate de uma promessa de campanha (Foto: Letícia Coqueiro / A Redação)
O presidente da Comissão do Advogado Publicista da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Goiás (OAB-GO), Juberto Jubé, ressaltou que a criação da procuradoria é um resgate de uma promessa de campanha da atual gestão. "As prerrogativas sempre necessitaram desse quadro profissional. Eu completo 23 anos de inscrito na OAB e durante esse período eu nunca utilizei a comissão, não porque eu não precisasse, mas porque eu consegui contornar as diversas situações. Mas o advogado deve utilizar sim a procuradoria e a comissão, que são ferramentas importantíssimas na garantia de direitos do advogado", afirmou.
Desafios

"A Constituição diz que o advogado é essencial para a função de justiça", disse Gabriela Gontijo. (Foto: Letícia Coqueiro / A Redação)
Augusto complementou afirmando que eles têm recebido denuncias de advogados que estão sofrendo com abuso de direito e de autoridades judiciárias e policiais. "A nossa atuação será preventiva, para evitar que isso aconteça, e de forma repressiva, promovendo a responsabilização dessas pessoas que violam as prerrogativas dos advogados, impedindo que eles exerçam a profissão livremente".

(Foto: Letícia Coqueiro / A Redação)