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MEIO AMBIENTE

Piranhas ganha centro de produção florestal para mudas nativas do Cerrado

Ação integra projeto Juntos pelo Araguaia | 20.03.25 - 00:39 Piranhas ganha centro de produção florestal para mudas nativas do Cerrado Piranhas ganha centro de produção florestal para mudas nativas do Cerrado. (Foto: Divulgação)

A Redação

Goiânia
O Instituto Espinhaço, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a Prefeitura de Piranhas, inaugura, nesta sexta-feira (21/3), um centro de produção florestal para mudas nativas do Cerrado. O local ficará o trevo da cidade - saída para Goiânia, no antigo laticínio Maroca.
 
Na ocasião, a partir das 8h30, estarão presentes o presidente do Instituto Espinhaço, Luiz Oliveira, a secretária do Meio Ambiente de Goiás, Andrea Vulcanis, a coordenadora de Desenvolvimento Sustentável da AngloAmerican, Claudiana Souza, o prefeito de Piranhas, Fábio Lassere, a secretária municipal de Meio Ambiente, Danielle Reis e o diretor administrativo do Instituto Espinhaço, Sergio Cappai. Isso porque o evento servirá também para marcar a entrega do lote 1 do Projeto Juntos pelo Araguaia.
 
A iniciativa, que existe desde 2021, visa recuperar, com a ajuda do Ministério do Desenvolvimento, da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica e dos governos estaduais de Goiás e Mato Grosso, 5 mil hectares de Cerrado em território goiano. O programa está sendo implementado, inicialmente, nos municípios incluídos na Bacia Hidrográfica do Alto Rio Araguaia e que apresentam grande expressividade na produção agropecuária no Brasil.
 
Estruturação do projeto
Na prática, o cronograma consiste em promover a recuperação de áreas degradadas e o reflorestamento no bioma Cerrado, visando ao aumento da produção e à disponibilidade de água com qualidade para apoio e fortalecimento dos serviços ecossistêmicos, garantia de segurança hídrica para o abastecimento humano e apoio à indústria do agronegócio, em consonância com as premissas do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Recuperação Ambiental (PRA), bem como com o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa e o Desafio de Bonn, que tem  a meta de restaurar 350 milhões de hectares de áreas degradadas no mundo até 2030.
 
Assim, ao longo dos próximos meses, os objetivos são: sensibilizar, mobilizar e engajar proprietários e produtores rurais para ações de restauração florestal em áreas de preservação permanente e áreas de recarga hídrica, promover o aumento da produção de água em qualidade e quantidade para a indústria do agronegócio, ajudar a recuperar áreas degradadas e promoção da segurança hídrica na bacia do Alto Rio Araguaia.
 
Além disso, o Espinhaço pretende elaborar e implantar projetos de recomposição da vegetação nativa e conservação de solo e água em propriedades rurais na bacia do Alto Rio Araguaia, apoiar e fortalecer os serviços ecossistêmicos, minimizar os efeitos das mudanças climáticas e impulsionar o desenvolvimento sustentável, com foco em soluções baseadas na natureza.
 
Na lista de objetivos, aparecem ainda a restauração de mananciais que contribuem para o abastecimento público, visando ao aumento da disponibilidade hídrica e a recomposição florestal através da condução da regeneração, adensamento e enriquecimento.
 
Em Goiás, a iniciativa deve impactar a realidade de cidades como Piranhas, Bom Jardim de Goiás, Aragarças, Baliza, Iporá, Diorama, Arenópolis, Caiapônia, Palestina de Goiás, Doverlandia, Mineiros, Portelandia, Santa Rita do Araguaia, Amorinópolis, Ivolândia e Montes Claros de Goiás.

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