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Cerrado em Pé

Semad oferta consultoria sobre programa que paga por Cerrado em pé

Produtores podem se inscrever até 15 de março | 20.02.25 - 15:08 Semad oferta consultoria sobre programa que paga por Cerrado em pé (Foto: Governo de Goiás)
A Redação

Goiânia - 
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) disponibilizou consultoria gratuita aos produtores rurais que quiserem aderir ao programa de pagamentos por serviços ambientais (PSA) do Governo de Goiás, chamado Cerrado em Pé. O PSA remunera donos de terra que se dispuserem a conservar áreas de vegetação nativa fora dos 20% de reserva legal ou de Áreas de Preservação Permanente (APP). São áreas que o produtor poderia destinar a outro tipo de uso, se quisesse, mas que opta por manter protegida.
 
A consultoria contratada pela Semad atende em três telefones, todos com DDD 62. São eles: 99389-5480, 99653-1378 e 98621-2814. A empresa também vai fazer mobilizações nos nove municípios de Goiás atendidos pela primeira fase do PSA. A primeira acontece em Alvorada do Norte nesta sexta-feira (21), a partir das 9 horas, na Câmara de Vereadores. No sábado (22/2), a equipe estará em Mambaí, na escola Maria do Socorro, às 9h. E no domingo (23), atenderá no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Damianópolis.

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Sobre o programa
As inscrições foram abertas no começo de janeiro e vão até 15 de março de 2025. Para se inscrever, o proprietário precisa ter no mínimo dois hectares de área passível de supressão vegetal, ou seja, para as quais eles poderiam solicitar licença de supressão para usar em plantio, criação de gado ou outra atividade. O limite máximo a ser remunerado é de 100 hectares por propriedade.
 
A primeira fase do PSA vai acontecer nos municípios de Niquelândia, Minaçu, São João d’Aliança, Cavalcante, Monte Alegre, Alvorada do Norte, Damianópolis, Mambaí e São Domingos. 
 
O pagamento será feito em parcela única anual, desde que a área continue sendo protegida. Serão pagos, por ano, R$ 664 por hectare para os donos de imóveis com nascentes degradadas que se comprometerem a restaurar pelo menos uma dessas nascentes por ano. E R$ 498 por hectare, por ano, para os demais beneficiários. Os recursos vêm do Fundo Estadual do Meio Ambiente (Fema).


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