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Cocalzinho de Goiás

Aplicativo permite que pistas sobre Lázaro cheguem em 2 segundos à polícia

Denúncias contamcom georreferenciamento | 23.06.21 - 14:27 Aplicativo permite que pistas sobre Lázaro cheguem em 2 segundos à polícia (Foto: divulgação)
Carla Lacerda
 
Goiânia - As polícias Civil e Militar de Goiás que atuam nas buscas por Lázaro Barbosa, apontado como autor da chacina numa propriedade na zona rural da Ceilândia, no Distrito Federal, e suspeito de inúmeros outros crimes, apresentaram, nesta quarta-feira (23/6), um aplicativo desenvolvido para acelerar o recebimento de denúncias e evitar trotes e fake news a respeito da localização do criminoso. A ferramenta permite que as informações repassadas cheguem, em dois segundos, à central de monitoramento instalada em Cocalzinho de Goiás.
 
“A partir do momento que o botão de alerta do app é acionado, a localização georreferenciada já chega para nós. Dessa forma, definimos qual recurso empregaremos, se um helicóptero ou uma equipe terrestre, para fazer a verificação exata e mais célere a respeito dessa denúncia”, explica o tenente-coronel da PM Pedro Henrique Batista.
 
O aplicativo foi criado pela empresa Brasil Mais Seguro especificamente para o caso Lázaro. “Desenvolvemos com baixo consumo de bateria e pouca memória para que todos os usuários possam baixá-lo”, informa Fernando Eduardo da Veiga. “Assim que o denunciante clica no botão de alerta, a localização dele vai para a central de monitoramento, que funciona 24 horas”, complementa ao reforçar que a metodologia foi instituída a dar prioridade a pessoas que estejam em um raio de até 100 quilômetros da base da força-tarefa. “Isso já é um filtro para evitar as fakes news e agilizar o trabalho da polícia”.
 
O aplicativo Brasil Mais Seguro está disponível de forma gratuita nas lojas Android e iOS. 
 
Disque-denúncia
Assessora de imprensa da polícia civil, Paula Meotti diz que 3,8 mil denúncias já chegaram ao disque-denúncia desde que ele foi disponibilizado à população no último domingo (20/6). “Infelizmente, a maioria não auxilia a polícia nas investigações. São mais palpites e conselhos do que informações concretas”, ressalta. “Pedimos que a sociedade tenha responsabilidade para passar somente dados reais”.   

Disque-denúncia: (061) 9 9839-5284
 

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