De acordo com a denúncia, Wanessa tinha acabado de sair de uma academia de ginástica quando decidiu passar em uma farmácia antes de ir pra casa. Quando a jovem estava de frente a seção dos produtos que procurava, Tiago entrou na farmácia, ainda usando o capacete, foi até onde a vítima estava e disparou um único tiro na região dorsal.
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Para o MP, a materialidade do crime foi confirmada pelo laudo de exame cadavérico, que concluiu que as lesões encontradas no tórax da vítima justificam o óbito por "choque hipovolêmico por hemorragia intratorácica”. Já a autoria, além de confessada por Tiago, está provada por meio de exame de microbalística que resultou no confronto positivo entre a bala coletada no local do crime com a arma apreendida na casa do vigilante.
“O crime foi praticado por motivo torpe, decorrente da satisfação que o denunciado afirma nutrir ao matar pessoas indiscriminadamente e evidencia-se a qualificadora do recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima, uma vez que foi atingida pelas costas sem notar a presença do seu agressor”, afirma o promotor de Justiça Carlos Alberto Fonseca, que ofereceu a denúncia.