A Redação
Goiânia – Dirigentes da Associação das Pensionistas da Polícia e Corpo de Bombeiros Militares de Goiás (APPB) e da Associação dos Cabos e Soldados (ACS) oficializaram apoio à candidatura de Marconi Perillo (PSDB) ao governo do estado. Em reunião na sede da APPB, o candidato apresentou propostas para estes profissionais da Segurança Pública com foco na valorização dos inativos, na melhora significativa do atendimento prestado pelo Ipasgo e na ampliação do efetivo policial.
Marconi assumiu o compromisso de regularizar e pagar as promoções dos inativos (a chamada “promoção imediata”), acabar com a cobrança da taxa de 14,25% cobrada dos servidores aposentados e avaliar a possibilidade de transferir a folha de pagamento da Goiásprev – no caso dos inativos – para a gestão direta da PM e Bombeiros. O plano inclui ainda a reestruturação da carreira e o pagamento rigoroso das datas-bases da categoria.
“A gestão do Ipasgo também será alvo de mudanças. Vamos moralizar o instituto, resolver os problemas financeiros da instituição e devolver a administração aos servidores públicos”, garantiu o candidato tucano.
Ao traçar o diagnóstico da segurança pública, Marconi ainda alertou que o estado opera hoje com 4 mil policiais a menos em comparação a 2018, seu último ano de governo. E que pelo menos cem cidades goianas estão desguarnecidas, sem policiais. Para reverter este cenário, o tucano prometeu a realização de concursos públicos e a criação de novos batalhões, viabilizados por uma gestão eficiente.
Outra medida anunciada para fortalecer o policiamento ostensivo é o convite para que veteranos que desejarem retornem à ativa. Segundo o candidato, eles receberão uma gratificação para reforçar as ruas. “Quero resgatar a autoestima das polícias. Saibam que vou valorizar e respeitar as forças de segurança, como sempre fiz”, afirmou.
“Nos meus governos, além de garantir estruturas melhores de trabalho, sempre paguei os vencimentos em dia e o 13º salário no mês do aniversário”, completou.
Protagonismo
Sobre o cenário eleitoral, Marconi destacou sua disposição para o enfrentamento político. “Eu não me omiti neste processo eleitoral. Nós temos tudo para ganhar. Não sei se outro político teria coragem de enfrentar uma eleição contra tudo e contra todos, incluindo a máquina do estado. Mas eu tenho coragem, resiliência, trabalho, história”, declarou.
O presidente da ACS, subtenente PM Gilberto Cândido de Lima, reforçou o apoio dos filiados e pediu engajamento da categoria. “Marconi sempre valorizou a instituição e nunca deixou de atender um presidente de entidade. Não basta apenas votar no senhor, vamos trabalhar como cabos eleitorais. Aliás, boa parte do efetivo da ativa está com o senhor, mas teme perseguição do governo”, finalizou.
