José Cácio Júnior
Depois da confusão durante a Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Catalão, o governador Marconi Perillo estuda processar o presidente da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, Leonardo Bueno. O motivo é que o governador teria sido informado que alguns capitães da congada não receberam parte dos R$ 100 mil reais doados pelo tucano.
Segundo a assessoria do governador, Marconi já comunicou seu advogado e pediu para estudar a abertura de um processo. Como faz há 10 anos, Marconi doou, em setembro, R$ 100 mil para ternos do congo, grupos que fazem parte da congada. Ao chegar em Catalão, no domingo (9/10), para a Missa de Ação de Graças, Marconi teria sido informado por moradores que capitães da congada não receberam o valor.
De acordo com a assessoria de Marconi, o tucano foi “tomar satisfações” com Leonardo de forma veemente e não houve agressão física. O fato foi relatado por Marconi a assessores mais próximos, durante almoço, nesta segunda-feira (10/10).
Ainda conforme a assessoria de Marconi, o governador cumpre agenda em São Paulo. Informações de bastidores sustentam que o tucano está em reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin (PSDB) e o ex-prefeito da capital paulista e ex-governador do estado, José Serra (PSDB).
Caso
A confusão começou no final da missa de domingo. Durante sua fala, Leonardo não agradeceu a doação feita por Marconi. Segundo pessoas ligadas ao tucano, Leonardo citou o prefeito de Catalão, Velomar Rios (PMDB) e disse que a festa só aconteceu por conta dos recursos doados pela prefeitura.
Marconi e Leonardo discutiram em dois momentos. A primeira troca de farpas aconteceu em cima do palco onde estavam. O empurra-empurra começou quando Leonardo encontrou Marconi embaixo do palco.
Confira vídeo:
Marconi estuda processo contra líder de congados
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