A Redação
Goiânia – A grande estreia do Cine Cultura neste sábado (25/2) é o premiado Mato Seco em Chamas, novo filme de Adirley Queirós, desta vez trabalhando em codireção com Joana Pimenta. No domingo (26/2), também entra em cartaz o documentário Um Jóquei Cearense na Coreia. Antes desta sessão, haverá exibição do curta-metragem goiano Alô Maman, de Michely Ascari, dentro do projeto Curta Goiás.
E não para por aí não, no domingo os cinéfilos poderão conferir ainda o início da Mostra "Elas Dizem Não", promovida pela Defensoria Pública do Estado de Goiás em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Seult Goiás). A primeira sessão será do documentário Elegia de Um Crime, de Cristiano Burlan, com entrada gratuita. A Mostra "Elas Dizem Não" é um complemento de um curso de capacitação para combate à violência doméstica (https://bit.ly/3kv6R7M ), realizado pela Defensoria Pública. Lembrando que os clássicos Perlimps, Holy Spider e Operação Hunt seguem em cartaz.
O Cine Cultura funciona no Centro Cultural Marietta Telles Machado, na Praça Cívica, inclusive aos finais de semana. O ingresso tem valor de R$10 (inteira) e R$ 5 (meia) e pode ser adquirido na própria unidade, apenas em dinheiro.
Sinopses
1º – Perlimps (2023, Brasil, livre, 80 min, dir: Alê Abreu) A jornada de aventura e fantasia de Claé e Bruô, agente-secretos de reinos rivais. Eles precisam superar suas diferenças e unir forças para encontrar os Perlimps, criaturas misteriosas capazes de encontrar um caminho para a paz em tempos de guerra.
2º – Holy Spider (2022, Dinamarca/Alemanha/Suécia/França, 18 anos, 116 min, dir: Ali Abbasi) Uma jornalista investiga o submundo da cidade sagrada iraniana Mashad, em busca de um serial killer de prostitutas. Conhecido como Spider Killer, o assassino acredita estar numa missão espiritual de limpar as ruas do pecado.
3º – Operação Hunt (2022, Coreia do Sul, 16 anos, 126 min, dir: Jung-jae Lee) Park Pyong-ho e Kim Jung-do são agentes da Agência Central de Inteligência Sul-Coreana. Os dois precisam desmascarar a identidade de um traidor infiltrado no alto escalão da agência e acabam descobrindo a existência de um plano para assassinar o presidente sul-coreano.
4º – Mato Seco em Chamas (2023, Brasil, 14 anos, 153 min, dir: Joana Pimenta e Adirley Queirós) Combinando documentário com elementos do faroeste e ficção-científica, a ação se passa na Ceilândia, periferia do DF, e tem, ao centro, as irmãs Chitara e Léa, líderes de uma gangue feminina, que rouba óleo de um oleoduto, refina-o, e vende como combustível na favela Sol Nascente. A história do grupo é relembrada por seus membros na prisão.
5º – Elegia de Um Crime (2019, Brasil, 14 anos, 93 min, dir: Cristiano Burlan) Uberlândia, Minas Gerais, 24 de fevereiro de 2011. Isabel Burlan da Silva, mãe do diretor, é assassinada pelo parceiro. “Elegia de um crime” encerra a “Trilogia do luto”, que aborda a trágica história da família. Diante da impunidade, o filme mergulha numa viagem vertiginosa para reconstruir a imagem e a vida de Isabel.
6º – Um Jóquei Cearense na Coreia (2023, Brasil, 10 anos, 75 min, dir: Guto Parente e Mi- kyung Oh) Antonio Davielson é um jóquei nascido no Ceará que faz sucesso nas pistas de corrida da Coreia do Sul.
? Curta Goiás: Alô, Maman (2017, Goiás, livre, 11 min, dir: Michely Ascari) Longe de seu país, um homem tenta construir seu futuro e trazer sua filha para viver ao seu lado.
Confira a programação de 25/02 a 01/03
Dia 25/02
14h – Perlimps (livre)
15h30 – Holy Spider (18 anos)
17h40 – Operação Hunt (16 anos)
20h – Mato Seco em Chamas (14 anos)
Dia 26/02
15h – sessão “Elas Dizem Não”: Elegia de Um Crime (14 anos) – entrada gratuita
16h45 – Perlimps (livre)
18h15 – Mato Seco em Chamas (14 anos)
21h – Curta Goiás: Alô, Maman (11 min, livre) + Um Jóquei Cearense na Coreia (10 anos)
de 27/02 a 01/03
14h00 – Curta Goiás: Alô, Maman (11 min, livre) + Um Jóquei Cearense na Coreia (10 anos)
15h45 – Perlimps (livre)
17h30 – Operação Hunt (16 anos)
19h50 – Mato Seco em Chamas (14 anos)
Longa “Mato Seco em Chamas” estreia no Cine Cultura neste sábado (25)
*José Abrão é jornalista, mestre em Performances Culturais pela Faculdade de Ciências Sociais da UFG e doutorando em Comunicação pela Faculdade de Informação e Comunicação da UFG