A Redação
Goiânia –
O prefeito de Trindade e presidente da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), Jânio Darrot, contestou, nesta quinta-feira (20/6), as declaração do presidente da Metrobus, Paulo César Reis, no sentido de acabar com o benefício da extensão do Eixo Anhanguera até os municípios de Trindade, Goianira e Senador Canedo.
Jânio Darrot defende a manutenção do serviço que atente diariamente milhares de usuários do transporte coletivo da região Metropolitana de Goiânia. Ele alerta que o fim do benefício afetará, diretamente, a vida de milhares de trabalhadores que dependem do sistema.
“Não creio que o governador Ronaldo Caiado concorde com a tese absurda do presidente da Metrobus, Paulo César Reis, segundo a qual parte do déficit da empresa é culpa das extensões do Eixo Anhanguera”, alerta Darrot.
“Como prefeito de Trindade, um dos municípios mais prejudicados com a decisão da Metrobus, e como presidente da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), sugiro que seja feito um estudo técnico-financeiro pela Metrobus que aponte alternativas que não prejudiquem os usuários”.
“No mais, reitero a sugestão de um modelo de tributo adotado nas maiores cidades do mundo, onde os motoristas dos chamados transportes individuais pagam tributos que viabilizam subsídio para os transportes coletivos”, conclui.
Confira a íntegra da nota do prefeito de Trindade e presidente da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CTDC), Jânio Darrot:
Sobre notícia veiculada, nesta quinta-feira (20/6), no jornal O Popular, segundo a qual a Metrobus planeja suspender operações na região Metropolitana da capital, temos a informar que não permitiremos que sejam prejudicados os usuários do transporte coletivo que utilizam a extensão do Eixo Anhanguera para se deslocar no trecho que engloba os municípios de Goiânia, Trindade, Goianira e Senador Canedo.
Não creio que o governador Ronaldo Caiado concorde com a tese absurda do presidente da Metrobus, Paulo César Reis, segundo a qual parte do déficit da empresa é culpa das extensões do Eixo Anhanguera. O fim deste benefício afetará, diretamente, a vida de milhares de trabalhadores que dependem do sistema.
Como prefeito de Trindade, um dos municípios mais prejudicados com a decisão da Metrobus, e como presidente da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), sugiro que seja feito um estudo técnico-financeiro pela Metrobus que aponte alternativas que não prejudiquem os usuários.
No mais, reitero a sugestão de um modelo de tributo adotado nas maiores cidades do mundo, onde os motoristas dos chamados transportes individuais pagam tributos que viabilizam subsídio para os transportes coletivos.