A Redação
Goiânia – O Instituto Equatorial, mantido pelo Grupo Equatorial, anunciou nesta semana o lançamento da segunda edição do projeto Energia Feminina, iniciativa que promove capacitação, inclusão produtiva e geração de renda de mulheres em situação de vulnerabilidade social. Após o sucesso da primeira edição, o projeto agora será realizado em todos os Estados onde a Equatorial Energia atua: Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul.
Em parceria com o Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (CIEDS), o Energia Feminina tem como meta capacitar 784 mulheres por meio de cursos voltados para empreendedorismo, planejamento de negócios, gestão financeira, marketing e vendas, eficiência energética e sustentabilidade. Deste total, 364 participantes serão selecionadas para a fase de elaboração de planos de negócio, com acesso a capital semente para investir em seus negócios, além de mentoria individualizada para potencializar seus resultados.
Podem participar mulheres residentes nos sete estados de atuação do Grupo, em comunidades atendidas pela Equatorial Energia e em situação de vulnerabilidade social. As inscrições serão direcionadas a mulheres cadastradas no CadÚnico ou encaminhadas por serviços da assistência social. O processo de seleção é inclusivo e prevê cotas para mulheres negras, além de atenção a outros grupos minorizados, como pessoas com deficiência (PCD), mulheres trans, populações tradicionais e nômades.
“A segunda edição do Energia Feminina nasce da nossa escuta ativa nos territórios. Ouvimos as mulheres, entendemos suas realidades e construímos o projeto a partir dessas vivências. A geração de renda e a economia criativa são eixos estratégicos do Instituto Equatorial, porque acreditamos que autonomia financeira é um caminho concreto para a transformação social. Mais do que oferecer possibilidades, buscamos resultados reais, com mudança de vida e fortalecimento do protagonismo das mulheres”, afirma a coordenadora do Instituto Equatorial, Janaína Ali.
Nesta edição, serão investidos R$ 910 mil diretamente nos negócios incubados e/ou acelerados. O projeto também prevê a criação de uma Rede de Mulheres Empreendedoras, integrada a um ecossistema de suporte coletivo, com estruturação de parcerias para garantir a sustentabilidade dos negócios e ampliar o acesso ao mercado.
