A Redação
Goiânia – Equipes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) atuam neste fim de semana no combate a incêndios florestais na região da Área de Proteção Ambiental (APA) Pouso Alto, no nordeste goiano.
As principais frentes de trabalho estão localizadas nos municípios de Colinas do Sul e Alto Paraíso de Goiás. Em Colinas do Sul, seis viaturas e mais de 25 bombeiros militares, bombeiros florestais e brigadistas da Semad trabalham para conter as chamas e evitar que o fogo atinja comunidades, áreas ambientalmente sensíveis e outras regiões do município.
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Outra ocorrência é combatida na GO-239, entre Alto Paraíso de Goiás e o distrito de São Jorge. A operação ocorre em apoio ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em uma área próxima aos limites do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e de propriedades particulares situadas na APA Pouso Alto. No local, o Estado atua com uma equipe formada por 14 bombeiros e brigadistas da Semad.
Segundo a Semad, Goiás enfrenta um período crítico para a ocorrência de incêndios florestais, em razão da baixa umidade do ar, das temperaturas elevadas, da vegetação seca e da incidência de ventos fortes. Essas condições favorecem a propagação rápida das chamas e dificultam as operações de combate.
O governo estadual alerta que permanece em vigor um decreto que restringe o uso do fogo e proíbe manejos com queimadas durante o período determinado, como medida para reduzir o risco de novos incêndios.
A Semad também informou que realiza levantamentos para identificar possíveis pontos de origem dos incêndios, com o uso de informações coletadas em campo e ferramentas de monitoramento. Caso sejam constatadas irregularidades, os responsáveis poderão ser submetidos a sanções administrativas, além do encaminhamento das informações aos órgãos competentes.
A orientação à população é evitar atividades que possam provocar faíscas ou iniciar focos de incêndio e comunicar imediatamente às autoridades a ocorrência de queimadas ou situações suspeitas. O governo ressalta que o uso irregular do fogo pode gerar responsabilização ambiental e colocar em risco comunidades, propriedades, equipes de combate e áreas naturais.
