A Redação
Goiânia –
A Secretaria da Saúde de Goiás (SES-GO) definiu as organizações sociais em Saúde (OSS) que administrarão, em caráter emergencial, o Hospital Estadual de Urgências de Goiânia Valdemiro da Cruz (Hugo) e o Hospital Estadual de Urgências de Trindade Walda Ferreira dos Santos (Hutrin).
O Instituto Gerir, que administra as duas unidades, encerra as atividades como gerenciadora, à meia-noite do dia 26, segunda-feira. Imediatamente, à zero hora do dia 27, terça-feira, o Instituto Haver assume a gestão do Hugo e o Instituto CEM, a administração do Hutrin.
A SES-GO adotou todas as providências necessárias para que não haja descontinuidade de nenhum serviço e atendimento ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), no Hugo e no Hutrin. As duas organizações sociais foram contratadas para atuar por, no máximo, 180 dias, até que seja efetivado e concluído o processo de chamamento público para a gestão do Hugo e do Hutrin. Elas foram selecionadas pela SES-GO, entre as organizações sociais que são atuantes ou que foram participantes dos processos de chamamento público da secretaria.
A Comissão Especial de Fiscalização e Acompanhamento – composta por técnicos da SES-GO – continuará atuando, no Hugo e no Hutrin, nas ações das duas organizações sociais. O Instituto Haver receberá do governo estadual R$ 20,5 milhões mensais para realizar a gestão do Hugo. Já o Instituto CEM terá R$ 2,2 milhões mensais para administrar o Hutrin.
Os valores são os mesmos repassados, até então, ao Instituto Gerir. Os contratos com empresas terceirizadas, firmados pelo Instituto Gerir nas duas unidades hospitalares, poderão ser mantidos pelo Instituto Haver e pela CEM. As duas organizações sociais farão a análise e viabilidade técnica e econômica de tais contratos, assim como dos funcionários celetistas.