Com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, no primeiro trimestre deste ano, Goiás obteve um acréscimo de 1,01% na geração de empregos formais (com carteira assinada), em comparação com o último trimestre do ano passado. Já na média nacional, o cenário mostrou redução de 0,05% no número de abertura de novas vagas de trabalho.
A maioria desses trabalhadores está lotada nos setores de comércio e de serviços e recebe, em média, até 2,5 salários mínimos, o equivalente a R$ 1.970,00.
Atualmente, os setores que mais empregam em Goiás são os da administração pública, o de serviços e de comércio. Juntos representam 70,65% de toda a mão de obra contratada formalmente no Estado. A maior remuneração média no Estado se registra no setor de serviços industriais de utilidade pública (R$ 4.370,26) e a menor está no comércio (R$ 1.331,20)