Goiânia é uma capital promissora e o mercado imobiliário continua crescendo de forma plena e dinâmica, ou seja, modificando-se continuamente e evoluindo em todos os sentidos. A capital goiana se transformou em um verdadeiro canteiro de obras. Ressalto com orgulho que nosso mercado imobiliário está caminhando junto com a nova tendência de moradia do Brasil e do mundo, oferecendo inúmeras opções de plantas compactas, porém com enorme infraestrutura nas áreas comuns.
Essa abordagem visa otimizar o uso do espaço e promover uma comunidade mais integrada, o que é fantástico! Seguindo essa mesma tendência de integração, a nossa capital que se orgulha por ser referência em medicina ganhou em 2022 o “Orion Complex”, empreendimento que abriga clínicas médicas, salas comerciais, shopping, hotel e um grande hospital de referência, o Albert Einstein.
Outro grande projeto já está sendo implantado, o “WTC”. O maior empreendimento com essa solução inovadora, que reúne no mesmo endereço: moradia, negócios, serviços, hospedagem e convívio. Esse conceito de integração eu sempre defendi e fico feliz em ver acontecer!
Goiás está em ascensão e com uma economia saudável. Somos hoje referência no Agrobusiness, trazendo riqueza para a nossa região. Costumo dizer que o mercado imobiliário é o maior termômetro de uma economia saudável. O reflexo disso está na grande demanda por apartamentos de alto padrão com o que há de mais moderno na construção civil. Automação e tecnologia associada a sustentabilidade já faz parte do nosso conceito construtivo.
Prédios com piscina privativa nos apartamentos e até mesmo elevadores que levam o carro até sua unidade. Nessa mesma proporção, crescem também os condomínios horizontais. Sobre eles, vale ressaltar que vários já contam com “malls” oferecendo aos moradores um comércio diversificado, caminhando para o futuro dos bairros inteligentes. Há 45 anos atuando no mercado imobiliário como incorporador e comercializador, com grande atenção ao desenvolvimento urbano me sinto honrado em estar contribuindo com tudo isso.
Porém, observo que algumas tendências ainda precisam ser melhor aplicadas. É preciso que o poder público também trabalhe nesse mesmo sentido, buscando desenvolvimento sustentável, mobilidade urbana inteligente, desenvolvimento orientado para o pedestre, habitação acessível, tecnologia na gestão urbana e reabilitação urbana.
Uma abordagem com liberdade urbanística pode promover sim a inovação, a diversidade arquitetônica e o desenvolvimento orgânico das comunidades. No entanto, é importante equilibrar essa liberdade com a necessidade de garantir a segurança, sustentabilidade e qualidade de vida nas áreas urbanas. Falar sobre isso envolve considerações importantes sobre a participação da comunidade, a preservação do patrimônio e o impacto ambiental. A perfeição seria a sintonia entre um poder público competente e menos burocrático e a iniciativa privada capacitada e comprometida.
*Leonardo Rizzo é empresário, proprietário da Rizzo Imobiliária.
(artigo publicado no jornal Estado de S. Paulo)