Catherine Moraes
A falsa ameaça de bomba que assustou funcionários da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) na manhã desta quarta-feira (5/10) não deve ter relação com o trote do Procon Goiás evacuado na última segunda-feira (3/10). A afirmação é do coordenador do GT-3 (Grupo Tático 3 – Seção antibombas), André Gustavo Cortez, responsável pelas investigações.
Por volta de 8 horas da manhã desta quarta-feira (5/10) a ameaça foi dada por meio de uma ligação anônima para a unidade do Vapt Vupt da Semarh. A informação era que havia uma bomba no arquivo do estabelecimento. O superintendente administrativo e financeiro, Joacir Albernaz, acionou a polícia que deslocou viaturas para o local. O prédio, que está situado no setor Leste Universitário, foi evacuado e nada foi encontrado.
Na ocasião, cerca de 400 servidores públicos trabalhavam no local e precisaram se retirar. A polícia realizou uma varredura e não encontrou nada. O atendimento ficou lento pela manhã, mas por volta de 12h o serviço já havia sido normalizado. Para o delegado André Gustavo, o caso foi uma repercussão do Procon. “Alguém deve ter visto o caso do Procon na mídia e quis repetir a ideia. Felizmente não era nada.”
Procon
O prédio do Procon Goiás, na Rua 2, Centro de Goiânia, foi evacuado na manhã da última segunda-feira (3/10) depois que uma ligação com uma ameaça de bomba foi feita ao órgão. De acordo com a assessoria de imprensa do Procon, cerca de 300 pessoas estavam no prédio no momento em que a ameaça foi recebida. A rua foi interditada entre as avenidas Goiás e Tocantins.
A denúncia anônima teria sido feita pelo telefone 151 e informava que a bomba estaria no 12º andar do prédio, onde funciona a ouvidoria do órgão. Além do Procon, funcionam no prédio outros órgãos do governo estadual.