A equipe campeã é formada pelos estudantes Giovanna Pelati, Lívia Cunha Navarro e Yasmin Barbosa Rodrigues Pinheiro, da Algoritmas, sob orientação do tutor Carlos Eduardo Santi; e Daniel Alves Camargo, Felipe Pires dos Santos e Lucas Miranda da Silva, da InsightIA, orientados pelo tutor Alan Pedro de Araujo.
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1º lugar — Algoritmas (SP) + InsightIA (GO): Prêmio de R$ 10 mil por integrante.
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2º lugar — Better Than You (GO) + Fluxo (GO): Prêmio de R$ 8 mil por integrante.
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3º lugar — Verumax (GO) + Magic Bit (GO): Prêmio de R$ 6 mil por integrante.
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4º lugar — Germinare (SP) + Python Warriors (GO): Prêmio de R$ 4 mil por integrante.
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5º lugar — while True: WIN (GO) + Bala Neural (GO): Prêmio de R$ 2 mil por integrante.
Na etapa final, os estudantes foram desafiados a desenvolver soluções de inteligência artificial utilizando dados públicos reais da rede de saúde de Goiás, como ocupação de leitos hospitalares, UTIs, casos de dengue e outras arboviroses. A proposta era criar modelos capazes de antecipar situações como a superlotação de hospitais e mudanças na demanda por atendimento.
As equipes puderam escolher entre três desafios: prever os níveis de ocupação de leitos na semana seguinte, identificar hospitais com risco de superlotação ou antecipar se a demanda por leitos aumentaria, diminuiria ou permaneceria estável. As soluções desenvolvidas tinham potencial de aplicação na gestão pública, auxiliando o Estado a planejar a disponibilidade de leitos, reorganizar atendimentos e reforçar equipes de saúde antes de situações críticas.
O Super Time vencedor, formado pelas equipes InsightIA, de Goiás, e Algoritmas, de São Paulo, desenvolveu um painel digital que utiliza inteligência artificial para prever se a ocupação de leitos hospitalares tende a aumentar, diminuir ou permanecer estável na semana seguinte. Na prática, a solução poderia ajudar gestores hospitalares a antecipar períodos de maior demanda, organizar equipes e recursos e tomar decisões preventivas para evitar a superlotação.
Segundo a professora Telma Soares, diretora do CEIA-UFG, os alunos puderam colocar em prática as habilidades aprendidas ao longo do período de formação e demonstraram criatividade para solucionar alguns problemas reais do Estado de Goiás. “Colocar esses alunos diante de problemas sentidos na pele pela população os aproxima daquilo que é o mais importante para quem, logo mais, vai estar formado e já compreende a capacidade do que a IA pode fazer pela sua cidade, pelo seu estado e pelo seu país”, diz.
No segundo dia da programação, 30 equipes garantiram classificação para a grande final, divididas igualmente entre escolas públicas e privadas. Goiás teve a maior representação, com 25 equipes classificadas, o equivalente a 83,3% do total.
Para a última fase, as 30 equipes foram reorganizadas em 15 “Super Times”, formados pela união de uma equipe de escola pública e outra de escola privada. A dinâmica incentivou a colaboração entre estudantes de diferentes instituições, que precisaram trabalhar em conjunto para desenvolver e apresentar suas soluções.
