A Redação
Goiânia – A partir desta sexta-feira (20/3), Goiânia receberá o Grande Prêmio de Motovelocidade e para reforçar o monitoramento das condições climáticas durante o evento, a Equatorial Goiás firmou uma parceria exclusiva com a Climatempo, uma das principais empresas de meteorologia do país. A iniciativa tem como objetivo acompanhar, com precisão e em tempo real, as mudanças no clima durante os dias de evento, permitindo que as equipes da distribuidora se antecipem a possíveis impactos na rede elétrica.
Inicialmente a Climatempo prevê um tempo marcado pelas típicas chuvas de verão, com pancadas isoladas e mais para o período da tarde. Essas informações já estão sendo mapeadas pela distribuidora de energia, que também receberá boletins meteorológicos diários e transmissões ao vivo, com análises detalhadas sobre fatores como temperatura, incidência de sol, intensidade dos ventos, chuvas e possibilidade de mudanças bruscas no clima.
Essas informações serão acompanhadas e analisadas internamente por operadores, líderes e controladores do Centro de Operações Integradas (COI) da Equatorial Goiás, estrutura responsável por monitorar o funcionamento do sistema elétrico em todo o estado.
A atenção ao clima é estratégica porque grande parte da rede elétrica em Goiás é aérea, ou seja, instalada em postes. Por isso, fenômenos como ventos fortes, chuvas intensas ou variações bruscas de temperatura podem influenciar diretamente o funcionamento da rede.
Segundo o gerente do Centro de Operações Integradas da Equatorial Goiás, Vinicyus Lima, o acompanhamento antecipado das condições meteorológicas permite que a companhia organize melhor suas equipes e fortaleça a operação durante grandes eventos. “Eventos do porte do MotoGP movimentam milhares de pessoas e exigem uma atenção ainda maior das equipes que operam o sistema elétrico. Com o apoio da Climatempo, conseguimos acompanhar o comportamento do clima com antecedência e preparar nossas equipes para atuar de forma preventiva, garantindo mais segurança e confiabilidade no fornecimento de energia”, explica Vinicyus.