Logo
Ana Maria é uma das empreendedoras que ajudam a movimentar a economia goiana (Foto: Renato Conde/jornal A Redação)

Empreendedorismo feminino em Goiás e a força de mulheres que transformam desafios em desenvolvimento

Indicadores do Sebrae apontam que o crescimento no Estado supera a média nacional

WhatsAppFacebookLinkedInX
12.05.2026 - 08:02:18

Adriana Marinelli

Goiânia – Um trabalho cheio de cuidado que começa antes mesmo do dia clarear em Goiânia, quando a maior parte da cidade ainda dorme. Essa é a rotina de Ana Maria Cândido, de 61 anos, que costuma estar de pé pouco depois das 4h da manhã, preparando o que, para muitos, é só tempero, mas que, para ela, representa sustento. Dente por dente, o alho é descascado de forma artesanal, sem atalhos. “Eu faço tudo. Depois de descascar o olho, na mão mesmo,  separo os outros ingredientes e misturo no multiprocessador”, resume. Entre o cheiro forte do alho batido e o colorido do tempero já pronto, Ana organiza os produtos para mais um dia de labuta na vida de quem empreende.

Há quase quatro décadas, Ana trocou a carteira assinada pela incerteza das feiras livres. O que muita gente definiu como “loucura” à época, Ana chama hoje de “decisão acertada”. É que foi com o trabalho como feirante que a empreendedora conseguiu criar o filho, hoje com 38 anos, e formá-lo no curso de Jornalismo. “Eu trabalhava como celetista em uma empresa onde eu era responsável por embalar bolsas de soro, mas como entendi, ainda quando estava grávida, que seria mãe solo e teria de criar meu filho sozinha, imaginei que o salário seria pouco. Eu precisava pensar em algo para resolver isso”, relembra Ana ao citar que não chegou a concluir os estudos, parando as atividades escolares antes de começar o Ensino Médio. A decisão de protagonizar uma reviravolta na vida profissional não foi fácil, mas foi marcada por coragem. A coragem de quem decidiu pedir demissão para apostar no próprio negócio. Ana investiu todo o dinheiro do acerto em mercadorias e comprou pontos em diferentes feiras livres de Goiânia. O que parecia risco, virou, na prática, caminho para estruturar a vida dela e do único filho.

No início, o maior desafio não era acordar cedo ou enfrentar o calor intenso sob as lonas das barracas. Era, na verdade, o medo de não dar certo. “Trabalhar em feiras livres é um desafio diário. Não é fácil e não é para qualquer um. Faça chuva ou sol, temos de estar com a banca montada e sorriso no rosto”, diz Ana ao destacar que as dificuldades não param por aí. É que, além das incertezas, vieram também os preconceitos. “Por vários motivos… Por ser mulher, por ser mãe solo, por não me encaixar nas expectativas alheias. Alguns homens achavam que podiam fazer qualquer tipo de piadinha, mas eu colocava todos eles no seu devido lugar”, diz. Com o tempo, criou o que chama de “casca dura”, uma armadura invisível que, como a própria feirante pontua, a manteve de pé.

Depois de anos de trabalho, Ana buscou a formalidade e se tornou microempreendedora individual. Foi entre bancas montadas e desmontadas, semana após semana, que ela construiu uma clientela fiel. E, mais do que isso, criou o filho sozinha com o dinheiro da feira, conquistou independência financeira e realizou sonhos que muitos duvidavam. Sonhos que, de fato, antes pareciam distantes. “Criar meu filho com o dinheiro que conquistei graças ao meu trabalho nas feiras é motivo de orgulho. Eu faria tudo exatamente igual”, garante Ana ao citar que agora, já com a vida estabilizada, não tem mais a necessidade de se desdobrar para vender seus produtos em nove feiras diferentes por semana. “Hoje faço cinco feiras e consigo dedicar meu tempo livre para cuidar de mim, ir à academia e curtir meus netos. Sou grata por tudo que conquistei graças ao meu esforço”.A história de Ana, marcada por coragem, trabalho e reinvenção, não é um caso isolado ou ponto fora de curva. Ela é um exemplo de como os pequenos negócios têm contribuído de forma significativa para movimentar a economia goiana e do País. E, mais do que isso, Ana representa a força do empreendedorismo feminino cada vez mais em alta. Em uma década, o Brasil registrou crescimento de 27% no número de mulheres à frente de negócios, passando de 8,2 milhões em 2015 para 10,4 milhões em 2025, o maior patamar da série histórica. O ritmo foi superior ao masculino no período, com diferença de 16 pontos percentuais, segundo levantamento do Sebrae com base na PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Em Goiás, esse movimento também é crescente, com cerca de 374 mil empreendedoras no Estado, o que representa 12% da população feminina em idade de trabalhar. De acordo com o levantamento ‘Mulher Empreendedora’, do Observatório Sebrae, divulgado este ano, 44% dos pequenos negócios goianos são liderados por mulheres , índice acima da média nacional, que é de 34%.

Para a gestora de empreendedorismo feminino do Sebrae Goiás, Vera Lúcia Oliveira, os dados revelam um avanço consistente, ainda que acompanhado de desafios estruturais. “É uma grande conquista o crescimento de quase 30% no empreendedorismo feminino no Brasil nos últimos 10 anos. E é crescente também o número de mulheres que buscam sair da informalidade, sem falar que também tivemos um ganho de rendimento das mulheres que empreendem”, comemora.

Os dados do levantamento do Sebrae apontam que o rendimento médio das empreendedoras goianas cresceu quase 45% em dez anos, chegando a R$ 3.723 mensais em 2025. Ao mesmo tempo, há uma migração gradual para a formalidade. A proporção de mulheres sem CNPJ caiu de 70% em 2016 para 55% em 2025. Esse ambiente favorável ajuda a explicar o desempenho acima da média observado entre as mulheres goianas. “Goiás tem alguns fatores que alavancam o desenvolvimento do empreendedorismo feminino, como a própria economia. É um Estado rico, que movimenta bem sua economia, isso estimula também os pequenos”, avalia Vera Lúcia.

Apesar dos avanços, ainda há desafios importantes no radar. Quase 60% das empreendedoras goianas não contribuem para a previdência, e 38% trabalham dentro de casa, conciliando o negócio com as responsabilidades domésticas. A desigualdade também aparece na renda. É que mesmo mais escolarizadas, as mulheres ainda ganham menos que os homens. A diferença chega a 56% entre empreendedores com ensino superior .

Vera Lúcia enfatiza que reduzir essas barreiras estruturais é um dos focos do Sebrae. “Trabalhamos para dar condições para que essas mulheres empreendam, levando ao conhecimento delas, de forma clara, as possibilidades de linha de crédito, por exemplo. Explicamos que quando ela sai da informalidade, ela tem acesso a essas linhas para alavancar seu negócio. São muitos os benefícios”, explica ao apontar também a inovação como vetor de crescimento. “Oferecemos suporte para que essas empreendedoras adotem modelos baseados na inteligência artificial, por exemplo, para que elas otimizem o tempo com o que realmente deve receber atenção”.

O desempenho feminino está diretamente conectado à força dos pequenos negócios. Em Goiás, eles representam 95% das empresas em atividade e somam cerca de 897 mil empreendimentos, o equivalente a 4% do total nacional. Além disso, são responsáveis por 38% do PIB estadual e por 67% do saldo de empregos formais gerados em 2025. É o que mostra o mais recente Panorama dos Pequenos Negócios, divulgado pelo Sebrae Goiás. Para se ter uma ideia, só no primeiro trimestre de 2026, foram abertas 69.228 empresas em Goiás, destas, 50.763 estão classificadas como microempreendedores individuais (MEI), as microempresas (ME) somaram 14.631, enquanto as empresas de pequeno porte (EPP) totalizaram 2.007, segundo dados do relatório Dinâmica Empresarial, divulgado pelo Sebrae em abril.

Os setores em que as mulheres mais empreendem refletem a própria dinâmica dos pequenos negócios em Goiás. Serviços, alimentação e beleza, que estão entre as atividades econômicas com maior volume de formalização nos últimos meses, concentram a maior parte das iniciativas lideradas por elas. Atividades como cabeleireiros, serviços de estética, alimentação e comércio de vestuário se destacam pela presença expressiva e, mais do que isso, pelo potencial de crescimento e geração de renda. Foi justamente em um dos segmentos em que as mulheres mais empreendem em Goiás que Vânia de Paula decidiu transformar inquietação em oportunidade. Biomédica de formação, ela construiu uma trajetória que, à primeira vista, parecia seguir o roteiro da estabilidade: formou-se em 2000, atuou por cinco anos em uma clínica ligada à cirurgia plástica e, na sequência, ingressou no serviço público após aprovação em dois concursos, um do Estado e outro do município de Goiânia. Mais tarde, assumiu um cargo de gestão, onde permaneceu por 12 anos.

Mas a vocação empreendedora já existia, apenas aguardava o momento de ganhar forma. A virada começou em uma viagem a São Paulo. Foi ali, diante de um quiosque de atendimento rápido para serviço de design de sobrancelhas, sem necessidade de agendamento, que Vânia enxergou um modelo de negócio com potencial para prosperar em Goiás. “Me apaixonei pelo modelo”, resume ao citar que o que para muitos poderia parecer apenas uma observação casual, para ela se transformou em decisão estratégica. De volta a Goiânia, Vânia começou a desenhar o próprio negócio. Sem interesse em seguir o caminho das franquias, buscou construir uma marca autoral e abriu a Dpila, apostando em serviço de depilação e design de sobrancelhas com atendimento sem hora marcada, focado em conveniência e agilidade, conceito ainda pouco explorado à época.

A aposta coincidiu com um momento importante para a própria profissão. Com a autorização para biomédicos realizarem procedimentos minimamente invasivos, Vânia identificou uma nova frente de expansão e decidiu investir em qualificação. Iniciou uma pós-graduação em Estética Avançada e ampliou o escopo do negócio, combinando visão de mercado e atualização técnica, dois elementos que se tornariam decisivos para o crescimento da empresa.

O empreendimento avançou. Veio uma segunda unidade em Goiânia e, quando a pandemia trouxe incertezas para boa parte do mercado, Vânia fez o que costuma distinguir negócios resilientes: se adaptou. “Eu não poderia me deixar abalar. Não era uma opção naquele momento. Eu li o contexto e soube ir acompanhando a tendência”, conta. Enquanto muitos setores encolhiam, a busca por procedimentos estéticos crescia. O fenômeno, impulsionado pela hiperexposição nas telas e pelas chamadas de vídeo, alterou comportamentos de consumo. “As pessoas começaram a se ver com mais frequência nas lives e nas postagens em redes sociais… Muita gente não estava satisfeita com o que via. A clínica começou a ficar cheia e o faturamento triplicou no chamado período de pós-pandemia, durante a retomada das atividades comerciais”, relata.

Foi desse salto que nasceu uma nova fase do negócio, com a criação da VP Saúde Estética. Mais estruturada, a empresa amadureceu, ampliou equipe, diversificou serviços e entrou em um novo ciclo de crescimento. Hoje, com faturamento mais sólido, a clínica reúne oito profissionais e segue em expansão. “Empreender com responsabilidade é algo satisfatório demais. É difícil, desafiador, mas colher os frutos do seu próprio esforço, não tem preço”, enfatiza.

A história de Vânia ajuda a exemplificar, em escala humana, o que as estatísticas revelam sobre o empreendedorismo feminino. É que apesar de ser mais comum, ele não se move apenas por necessidade, mas cada vez mais por visão, inovação e capacidade de identificar oportunidades onde outros enxergam risco. No caso dela, abrir mão da estabilidade de dois concursos públicos para empreender no setor da beleza poderia parecer uma escolha improvável, mas tornou-se, na prática, a decisão que redefiniu sua trajetória.

Para a gestora de empreendedorismo feminino do Sebrae Goiás, Vera Lúcia Oliveira, há uma transformação em curso quando o assunto é o que leva uma pessoa a buscar o próprio negócio. “Ainda existe, claro, um cenário em que muitas mulheres empreendem por necessidade, mas há um outro dado muito importante: 62% das mulheres que empreendem acreditam que podem transformar realidades”, afirma. Segundo ela, essa percepção se reflete na capacidade de criar soluções, promover pequenas inovações e aprimorar o negócio à medida que conhecimento e experiência se acumulam. “Mesmo quando começa por necessidade, à medida que ela vai ganhando conhecimento, consegue fazer adaptações, melhorar processos e ampliar oportunidades”, destaca.

Esse fortalecimento, afirma Vera, tem sido acompanhado por uma atuação mais direcionada do Sebrae para impulsionar tanto setores onde as mulheres já têm presença consolidada quanto novas fronteiras de atuação. Segundo ela, a instituição vem intensificando ações para fortalecer segmentos que historicamente atraem empreendedoras, como o ramo da beleza, com apoio em capacitação, gestão e acesso a mercados. Mas o esforço, segundo a gestora, vai além desse campo. “Também buscamos estimular a entrada das mulheres em setores com maior valor agregado, como engenharia e outras áreas historicamente dominadas por homens”, afirma. A estratégia, segundo Vera, é ampliar horizontes e contribuir para que o empreendedorismo feminino avance também em diversidade, competitividade e ocupação de espaços ainda pouco acessados por mulheres.

É nesse movimento que surgem exemplos como o da SEUVA – Soluções Ambientais, pequeno negócio criado por três sócias que decidiram transformar conhecimento técnico em empreendimento. Em operação desde janeiro de 2025, a empresa nasceu da união de Renata Rodrigues, Gabriela Jacarandá e Luana Viana, profissionais com trajetórias consolidadas na engenharia e na gestão ambiental, que enxergaram no mercado uma oportunidade de atuar em um segmento historicamente masculino, mas com demanda crescente e espaço para inovação.

Sócias da SEUVA – Soluções Ambientais (Foto: divulgação)

Com faturamento médio de R$ 30 mil por mês, a empresa, ainda em fase inicial, já colhe resultados considerados consistentes para um negócio recente. A atuação está centrada em apoiar empresas a operarem de forma regular, segura e organizada, com serviços voltados à área ambiental, segurança do trabalho, projetos civis, auditorias e implantação de normas ISO (Organização Internacional para Padronização). Mais do que abrir uma empresa em um setor técnico, as sócias apostaram em um modelo de negócio baseado em especialização e solução de entraves. “O trabalho busca evitar problemas legais, multas, paralisações e retrabalho, gargalos que, para muitas empresas, representam custo e risco”, resume Renata Rodrigues. A proposta combina conhecimento regulatório, visão estratégica e uma demanda cada vez mais impulsionada por exigências ligadas à sustentabilidade, compliance e ESG.

Renata Rodrigues durante atividade profissional em campo (Fotos: arquivo pessoal)

E, como ocorre em boa parte dos pequenos negócios, empreender não significou, para as sócias da SEUVA, caminhar sozinhas. Cientes de que a área exige atualização constante e de que manter o próprio negócio é um desafio contínuo, elas buscaram suporte junto ao Sebrae Goiás em diferentes momentos da jornada, incluindo a participação no Empretec, principal programa de formação de empreendedores do mundo, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e promovido com exclusividade pelo Sebrae no Brasil. Com metodologia intensiva voltada ao desenvolvimento de comportamentos empreendedores, competitividade e gestão, o seminário se tornou, segundo Renata, um marco importante na maturação do negócio.

“O Empretec trouxe uma mudança de mentalidade. Fez a gente olhar com mais estratégia para gestão, posicionamento e tomada de decisão”, afirma. Segundo ela, o apoio recebido ajudou a fortalecer competências essenciais para a condução da empresa em um mercado altamente técnico e competitivo. No caso da SEUVA, essa lógica tem se traduzido em resultados. Em pouco mais de um ano de operação, a empresa já conta com carteira de clientes consolidada e amplia sua atuação também para o interior do Estado. “Empreender na engenharia é desafiador, mas também é uma forma de abrir caminho e mostrar que esses espaços também nos pertencem”, completa Renata.

Redes de apoio, capacitação, acesso à informação e ambientes que estimulem liderança e competitividade são parte decisiva de trajetórias como as de Ana Maria, Vânia de Paula e das sócias da SEUVA. É nesse eixo que o Sebrae Goiás tem intensificado sua atuação, ampliando iniciativas voltadas especificamente ao fortalecimento do empreendedorismo feminino. Entre elas está o Sebrae Delas, programa nacional voltado ao desenvolvimento de empreendedoras e ao fortalecimento de negócios liderados por mulheres, que, segundo a gestora de empreendedorismo feminino do Sebrae Goiás, Vera Lúcia Oliveira, vem ganhando capilaridade no Estado, especialmente com a interiorização das ações.

“E é muito gratificante ver o interesse delas por esse tipo de iniciativa. As mulheres têm buscado capacitação, têm buscado informação. São mais escolarizadas e muito ávidas por conhecimento. E isso faz diferença na forma como empreendem, inovam e fazem seus negócios crescerem”, afirma ao revelar que Goiânia sediará o evento Delas – Mulher de Negócios, com foco em empreendedorismo, que será realizado nos dias 15 e 16 de maio, das 11h às 20h, no Passeio das Águas. Com inscrição gratuita e entrada solidária mediante doação de um item de higiene pessoal, o encontro reunirá palestras com líderes de mercado, oficinas, feira de exposições, networking e especialistas de diferentes áreas.

“O objetivo é estimular mulheres a empreender, gerar negócios e transformar realidades. Quando uma mulher empreende, ela não constrói impacto só para si. Ela transforma o entorno, gera desenvolvimento e abre caminho para outras mulheres virem também”, arremata a representante do Sebrae Goiás.

compartilhar
WhatsAppFacebookLinkedInX
por Adriana Marinelli

*

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Postagens Relacionadas
Jardim Ingá
25.09.2026
Dia do Cooperativismo de Luziânia terá serviços e lazer gratuitos

A Redação Goiânia – A comunidade do Jardim Ingá, em Luziânia, recebe neste sábado (26/9) a terceira edição do Dia do Cooperativismo. O evento será realizado das 8h às 12h, na Avenida Lucena Roriz, com uma programação gratuita voltada à população. Realizada pelo Sistema OCB/GO, a iniciativa reúne as cooperativas Cresol, Sicoob Unicentro Br, Sicredi Luziânia, […]

Negócios
24.09.2026
GWM Navesa inaugura nova unidade em Aparecida de Goiânia

A Redação Goiânia – A GWM Navesa inaugura nesta quinta-feira (24), em Aparecida de Goiânia, uma nova unidade na Avenida Rio Verde, Quadra 44, Lote 5E, na Vila Rosa. A operação amplia a presença da marca na Região Metropolitana de Goiânia e terá estrutura voltada ao atendimento, apresentação dos veículos e serviços da concessionária. A inauguração […]

Eleições 2026
17.09.2026
Marconi defende ações para evitar fuga de indústrias goianas após fim de incentivos fiscais

A Redação Goiânia – Candidato do PSDB ao governo de Goiás, Marconi Perillo afirma que a prioridade do Estado deve ser evitar a saída de indústrias já instaladas, diante do fim previsto dos incentivos fiscais. A declaração foi feita durante sabatina promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), na quarta-feira (16/9), com […]

Expoind
16.09.2026
Inscrições abertas para rodadas de negócios entre indústrias goianas e o mercado internacional

A Redação Goiânia – Indústrias goianas interessadas em conquistar novos mercados no exterior já podem se inscrever para participar das rodadas de negócios internacionais que serão realizadas durante o 13º Encontro Internacional de Comércio Exterior (Eice), promovido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). As rodadas vão ocorrer […]

Negócios
14.09.2026
SuperAgos 2026 projeta crescimento de 10% e reúne mais de 200 marcas em Goiânia

A Redação Goiânia – A capital goiana recebe a 23ª edição da SuperAgos 2026, entre os dias 22 e 24 de setembro, no Centro de Convenções de Goiânia. O evento conta com mais de 200 marcas, presença de grandes indústrias e multinacionais, programação de conteúdo com nomes reconhecidos nacionalmente e expectativa de crescimento de aproximadamente 10% […]

Empreendedorismo
12.09.2026
Família venezuelana une superação e talento ao criar chocolateria artesanal em Goiânia

Hector de Souza Goiânia – O início de uma nova jornada move pessoas ao redor do mundo, e a história de Lauris Barrera não é diferente. Imigrante venezuelana, Lauris se mudou para o Brasil em 2018 em busca de independência e com o objetivo de ter o próprio negócio. A aposta arriscada e ousada resultou […]

Negócios
12.09.2026
CPLP participa de debate no IHGG e abre portas para parcerias e intercâmbio com Europa

Jales Naves  Especial para o jornal A Redação Goiânia – A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa se firma como representante das nove nações que a integram, de quatro continentes e englobando mais de 280 milhões de pessoas, busca parceiros e quer colaborar para o maior intercâmbio com a Europa. Essa oportunidade ficou clara na […]

Negócios
09.09.2026
Sebrae Goiás lança boletim com tendências e oportunidades para cachaçarias

A Redação Goiânia – Será lançado pelo Sebrae Goiás nesta quinta-feira (10/9),  às 16h, o Boletim de Tendências Cachaçarias. A apresentação será realizada durante o Festival da Cachaça de Goiás, que acontecerá até as 21h no Flamboyant Hall, em Goiânia. Produzido pela Unidade de Gestão Estratégica (UGE) do Sebrae Goiás, o boletim apresenta um panorama do […]