Atualizada às 16h15
Catherine Moraes
O corpo do goiano Carlos Roberto Oliveira, 27, morto em Londres no último dia 16 de julho, chegou em Goiânia na noite de ontem (12). A chegada, contudo, estava prevista para às 9h50 desse sábado no Aeroporto Santa Genoveva. A informação é do secretário para Assuntos Internacionais de Goiás, Elie Chidiac. O Governo do Estado arcou com 70% do translado e a família teve de pagar o restante.
O segurança, natural de Itapuranga, morava há dois anos no exterior em busca de melhores oportunidades profissionais e financeiras. Carlos foi assassinado com uma única facada, no coração, em uma boate, na qual trabalhava há aproximadamente cinco meses. No final de julho passado, a polícia Scotland Yard, de Londres prendeu Jordean Thomas, 20, suspeito de assassinar Carlos Roberto Oliveira, 27. Um dos criminosos permanecia foragido.
Caso
Carlos estava de folga e foi chamado a boate para cobrir a folga de um amigo. Por volta de 2h, Thomas teria adentrado à boate acompanhado de outro rapaz e seguido em direção ao proprietário, identificado apenas como Eric, em uma tentativa de assalto. Para defender o patrão, Carlos foi de encontro ao assaltante que acertou uma facada em seu peito, atingindo o coração. A polícia informou que foi tentada a reanimação no local do crime, mas o segurança morreu antes de ser levado ao hospital.
O comerciante Joaquim Marcelo Moura, 36, primo de Carlos, foi para Londres no último dia 26 de julho para acompanhar de perto o caso. Ele informou, por telefone, que Jordean foi detido no dia 29 de julho passado. A polícia britânica encontrou sangue do britânico no local do crime. “Aqui em Londres, quando algém é detido, o sangue da pessoa é coletado e guardado em um banco de dados. Na boate, havia sangue do Jordean na maçaneta da porta.”, afirma Marcelo. O dono da boate, identificado como Eric, era considerado foragido e também foi preso.